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Protestos contra Temer pelo País

Movimentos foram, em sua maioria, contrários ao impeachment e ao novo governo empossado ontem

Após o plenário do Senado aprovar o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), e dar à posse definitiva da presidência para Michel Temer, as principais cidades do País registraram manifestações, em su a maioria, contra a saída da petista.

As situações mais tensas ficaram para São Paulo, Porto Alegre e Florianópolis. Na capital paulista, um grupo depredou estabelecimentos comerciais, agências bancárias e pontos de ônibus na região central. A Avenida Paulista, palco das principais manifestações políticas no País nos últimos anos, recebeu militantes dos dois grupos e registrou cenas de violência. 

Em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ficou concentrado o grupo que celebrava o impeachment. Pelo menos 50 pessoas comemoravam perto de dois bonecos gigantes que foram inflados, um da presidente cassada e outro do presidente do Senado, Renan Calheiros. O hino nacional foi tocado e uma faixa com os dizeres “Tchau, querida” foi estendida na via.

Já em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), manifestantes contrários à saída de Dilma fecharam um quarteirão e partiram em marcha. Com gritos de ordem de “não tem arrego” e “fora Temer”, eles eram cercados por um forte esquema de segurança. Os manifestantes gritavam palavras de ordem contra a Polícia Militar e passaram a espalhar lixo por todas as vias paralelas à Rua da Consolação. 

A Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada quando os manifestantes passaram a depredar patrimônios. A sede da Folha de São Paulo foi atacada. Danos foram registrados a diversos estabelecimentos comerciais e pontos de ônibus. Um carro da Polícia Civil foi destruído.

Belo Horizonte também registrou manifestações. Segundo a PM mineira, cerca de mil pessoas protestaram contra a saída da presidente cassada. Os manifestantes fizeram passeata pelas ruas do centro da capital. Em um ponto do trajeto, projetaram a frase “Fora Temer” na lateral de um prédio. A manifestação foi convocada pelas redes sociais.

Até o início da noite não havia movimentação de protestos de apoio ao impeachment da presidente afastada. 

Nordeste

Em Salvador, capital da Bahia, manifestantes contrários ao novo governo do presidente Michel Temer se reuniram para protestar em uma das regiões mais movimentadas da cidade, a Avenida Antonio Carlos Magalhães.

Eles exibiam faixas com os dizeres “se não há justiça para o povo, não haverá paz para o governo”. Carregavam ainda cartazes, apitos e cornetas, e faziam muito barulho para chamar atenção de quem passava pela área. 

Por se tratar de uma região de intensa movimentação de veículos, a manifestação provocou um grande congestionamento no local. Não foi informado o número de pessoas que participaram do protesto.

No Recife, capital de Pernambuco, manifestantes contrários ao impeachment ocuparam por cerca de duas horas a Avenida Agamenon Magalhães, uma das principais vias da cidade. De acordo com Paulo Rocha, vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco, 15 mil pessoas participaram.

01 de SET de 2016 às 07:19:05
Fonte: Diário do Nordeste
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Após o plenário do Senado aprovar o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), e dar à posse definitiva da presidência para Michel Temer, as principais cidades do País registraram manifestações, em su a maioria, contra a saída da petista.

As situações mais tensas ficaram para São Paulo, Porto Alegre e Florianópolis. Na capital paulista, um grupo depredou estabelecimentos comerciais, agências bancárias e pontos de ônibus na região central. A Avenida Paulista, palco das principais manifestações políticas no País nos últimos anos, recebeu militantes dos dois grupos e registrou cenas de violência. 

Em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ficou concentrado o grupo que celebrava o impeachment. Pelo menos 50 pessoas comemoravam perto de dois bonecos gigantes que foram inflados, um da presidente cassada e outro do presidente do Senado, Renan Calheiros. O hino nacional foi tocado e uma faixa com os dizeres “Tchau, querida” foi estendida na via.

Já em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), manifestantes contrários à saída de Dilma fecharam um quarteirão e partiram em marcha. Com gritos de ordem de “não tem arrego” e “fora Temer”, eles eram cercados por um forte esquema de segurança. Os manifestantes gritavam palavras de ordem contra a Polícia Militar e passaram a espalhar lixo por todas as vias paralelas à Rua da Consolação. 

A Tropa de Choque da Polícia Militar foi acionada quando os manifestantes passaram a depredar patrimônios. A sede da Folha de São Paulo foi atacada. Danos foram registrados a diversos estabelecimentos comerciais e pontos de ônibus. Um carro da Polícia Civil foi destruído.

Belo Horizonte também registrou manifestações. Segundo a PM mineira, cerca de mil pessoas protestaram contra a saída da presidente cassada. Os manifestantes fizeram passeata pelas ruas do centro da capital. Em um ponto do trajeto, projetaram a frase “Fora Temer” na lateral de um prédio. A manifestação foi convocada pelas redes sociais.

Até o início da noite não havia movimentação de protestos de apoio ao impeachment da presidente afastada. 

Nordeste

Em Salvador, capital da Bahia, manifestantes contrários ao novo governo do presidente Michel Temer se reuniram para protestar em uma das regiões mais movimentadas da cidade, a Avenida Antonio Carlos Magalhães.

Eles exibiam faixas com os dizeres “se não há justiça para o povo, não haverá paz para o governo”. Carregavam ainda cartazes, apitos e cornetas, e faziam muito barulho para chamar atenção de quem passava pela área. 

Por se tratar de uma região de intensa movimentação de veículos, a manifestação provocou um grande congestionamento no local. Não foi informado o número de pessoas que participaram do protesto.

No Recife, capital de Pernambuco, manifestantes contrários ao impeachment ocuparam por cerca de duas horas a Avenida Agamenon Magalhães, uma das principais vias da cidade. De acordo com Paulo Rocha, vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores em Pernambuco, 15 mil pessoas participaram.

01 de SET de 2016 às 07:19:05
Fonte: Diário do Nordeste