O limite de gastos nas
campanhas eleitorais foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 70% do que foi gasto na eleição de 2012,
no caso de município com um turno apenas. Ou seja: se há quatro anos atrás um
candidato a vereador gastou, por exemplo, R$ 10 mil, agora em 2016, ele só pode
gastar R$ 7 mil. A informação é da Rádio
Tribuna Band News FM.
Para o
analista político Josênio Parente, essa iniciativa representa um passo para
definir o tipo de financiamento de campanha que o Brasil vai ter. Mesmo com os
casos de corrupção envolvendo o chamado “caixa 2”, o analista afirma que a
definição de um limite de gastos pode começar a desenvolver uma nova visão das
decisões políticas e da ética nas instituições públicas.
Candidatos
a prefeito em Crateús podem empregar cerca de R$ 100 mil na campanha. Em
Limoeiro do Norte, R$ 128 mil; Iguatu e Quixeramobim estão na marca dos
R$ 380 mil; o teto para gastos na cidade do Crato ficou em pouco mais R$ 470
mil.
A
cidade de Sobral é a que possui o maior limite de gastos em campanha. Nas
eleições de 2012, a maior despesa na candidatura para prefeito foi de pouco
mais de R$ 1,5 milhão. Para
2016, os políticos sobralenses têm um limite de R$ 1,56 milhão. O TSE definiu
na metade o teto para gastos em campanhas de cidades onde houve segundo turno.