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Cid Gomes e mais dez são réus por crime financeiro

Acusação é de suposta irregularidade em empréstimo com o BNB em 2014. Cid diz que a operação foi regular

Menos de cinco meses depois de ter sido tornado réu na Justiça Federal por uma denúncia de improbidade administrativa, o ex-governador do Estado, Cid Gomes, passará a responder por outra ação judicial, desta vez de natureza penal, agora na 18ª Vara Federal do Município de Sobral. Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), Cid e outras dez pessoas são acusadas de prática de crime financeiro por suposta fraude em proposta de empréstimo firmado com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB). O ex-governador afirma que o empréstimo com o banco foi firmado regularmente e que se pronunciará acerca da acusação do MPF tão logo for notificado sobre o processo.

Segundo a procuradora da República em Fortaleza Lívia Maria de Sousa, autora da denúncia apresentada em fevereiro deste ano à Justiça, o financiamento de R$ 1,3 milhão, obtido em 2014 junto ao BNB, não teria respeitado as regras do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). A ação, inicialmente proposta na 32ª Vara Federal de Fortaleza, foi encaminhada à 18ª Vara Federal de Sobral após declínio de competência. Isso porque a concessão do empréstimo supostamente irregular foi realizada em agência do Banco do Nordeste do Brasil em Sobral, o que denotou a submissão do caso à jurisdição da 18ª Vara Federal.

São alvos da representação, além de Cid Ferreira Gomes, Acy Milhomem de Vasconcelos, Micael Gomes Rodrigues, José Wellington Tomas, Leonardo Bruno Torres Braga, Eliene Silveira Mendes, Aurileda dos Santos Oliveira, André Bernardo Ponte Lima, Richardson Nunes de Meneses, José Robério Pereira de Messias e Ricardo Sérgio Farias Nogueira. Este último e o ex-governador são sócios da empresa Corte Oito Gestão e Empreendimentos Ltda, que remeteu, no ano de 2014, a proposta de financiamento ao BNB.

07 de JUN de 2017 às 07:34:43
Fonte: Diário do Nordeste
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Menos de cinco meses depois de ter sido tornado réu na Justiça Federal por uma denúncia de improbidade administrativa, o ex-governador do Estado, Cid Gomes, passará a responder por outra ação judicial, desta vez de natureza penal, agora na 18ª Vara Federal do Município de Sobral. Na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), Cid e outras dez pessoas são acusadas de prática de crime financeiro por suposta fraude em proposta de empréstimo firmado com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB). O ex-governador afirma que o empréstimo com o banco foi firmado regularmente e que se pronunciará acerca da acusação do MPF tão logo for notificado sobre o processo.

Segundo a procuradora da República em Fortaleza Lívia Maria de Sousa, autora da denúncia apresentada em fevereiro deste ano à Justiça, o financiamento de R$ 1,3 milhão, obtido em 2014 junto ao BNB, não teria respeitado as regras do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). A ação, inicialmente proposta na 32ª Vara Federal de Fortaleza, foi encaminhada à 18ª Vara Federal de Sobral após declínio de competência. Isso porque a concessão do empréstimo supostamente irregular foi realizada em agência do Banco do Nordeste do Brasil em Sobral, o que denotou a submissão do caso à jurisdição da 18ª Vara Federal.

São alvos da representação, além de Cid Ferreira Gomes, Acy Milhomem de Vasconcelos, Micael Gomes Rodrigues, José Wellington Tomas, Leonardo Bruno Torres Braga, Eliene Silveira Mendes, Aurileda dos Santos Oliveira, André Bernardo Ponte Lima, Richardson Nunes de Meneses, José Robério Pereira de Messias e Ricardo Sérgio Farias Nogueira. Este último e o ex-governador são sócios da empresa Corte Oito Gestão e Empreendimentos Ltda, que remeteu, no ano de 2014, a proposta de financiamento ao BNB.

07 de JUN de 2017 às 07:34:43
Fonte: Diário do Nordeste