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Alessander Sales condena tapete vermelho estendido para casamento de luxo

Via pública foi interditada para saída de convidados de Igreja para condomínio.

O Procurador-Chefe da República no Ceará, Alessander Sales, condenou através do Facebook a montagem de um tapete vermelho no sábado (6), estendido no cruzamento da Tibúrcio Cavalcante com República do Líbano, no bairro Aldeota, em Fortaleza. 

A interdição foi realizada para que convidados de um casamento de luxo, que estava acontecendo na Igreja Nossa Senhora do Líbano, caminhassem até o local da festa, um condomínio em outro quarteirão.

"Sendo a foto verdadeira, é uma demonstração explícita de nosso provincianismo, brequice e da total falta de noção entre público e privado.É a prova fotográfica de como o interesse privado se impõe contra o público , com pessoas pensando que são, literalmente, os donos da rua.É a camarotização da sociedade, como alerta Michael Sandel.Pra mim, simplesmente ridículo", afirmou o procurador.


A Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC), confirmou que a interdição da via não foi autorizada. 

A Secretaria da Regional II também esclareceu que "não foi solicitada e sequer houve autorização do poder público" para o bloqueio.

Segundo a pasta, a ação caracteriza privatização do espaço público, ferindo a legislação municipal. 

08 de SET de 2015 às 08:30:49
Fonte: C NEWS 7
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O Procurador-Chefe da República no Ceará, Alessander Sales, condenou através do Facebook a montagem de um tapete vermelho no sábado (6), estendido no cruzamento da Tibúrcio Cavalcante com República do Líbano, no bairro Aldeota, em Fortaleza. 

A interdição foi realizada para que convidados de um casamento de luxo, que estava acontecendo na Igreja Nossa Senhora do Líbano, caminhassem até o local da festa, um condomínio em outro quarteirão.

"Sendo a foto verdadeira, é uma demonstração explícita de nosso provincianismo, brequice e da total falta de noção entre público e privado.É a prova fotográfica de como o interesse privado se impõe contra o público , com pessoas pensando que são, literalmente, os donos da rua.É a camarotização da sociedade, como alerta Michael Sandel.Pra mim, simplesmente ridículo", afirmou o procurador.


A Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC), confirmou que a interdição da via não foi autorizada. 

A Secretaria da Regional II também esclareceu que "não foi solicitada e sequer houve autorização do poder público" para o bloqueio.

Segundo a pasta, a ação caracteriza privatização do espaço público, ferindo a legislação municipal. 

08 de SET de 2015 às 08:30:49
Fonte: C NEWS 7