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Coelce corta energia de Canindé, no Ceará, por falta de pagamento

Em 30 dias, cinco prefeituras tiveram energia cortada devido a atrasos.

A Prefeitura de Canindé, no interior do Ceará, teve a energia cortada por falta de pagamento. Segundo a Companhia Energética do Ceará (Coelce), houve várias tentativas de negociar as parcelas atrasadas, mas a prefeitura não quitou as dívidas.


Canindé teve o prefeito Celso Crisóstomo afastado pela Câmara Municipal em setembro deste ano, por 10 votos a 1. Segundo o prefeito que assumiu o cargo, afirma que os atrasos ocorreram durtante a gestão de Celso Crisóstomo.


Em 22 de setembro, a Coelce havia cortado a energia da prefeitura de quatro cidades do Ceará - Aiuaba, Chaval, Missão Velha e Santana do Cariri - também por falta de pagamento das contas dos municípios.

O corte afeta a sede da prefeitura das cidades, secretarias e prédios públicos municipais, mas mantêm em unidades com serviços essenciais, como escolas, postos de saúde e hospitais. 


De acordo com a Coelce, o corte deve permanecer por tempo indeterminado, até que as prefeituras quitem as contas atrasadas ou negociem o valor das dívidas.

09 de OUT de 2015 às 09:06:44
Fonte: g1.com
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A Prefeitura de Canindé, no interior do Ceará, teve a energia cortada por falta de pagamento. Segundo a Companhia Energética do Ceará (Coelce), houve várias tentativas de negociar as parcelas atrasadas, mas a prefeitura não quitou as dívidas.


Canindé teve o prefeito Celso Crisóstomo afastado pela Câmara Municipal em setembro deste ano, por 10 votos a 1. Segundo o prefeito que assumiu o cargo, afirma que os atrasos ocorreram durtante a gestão de Celso Crisóstomo.


Em 22 de setembro, a Coelce havia cortado a energia da prefeitura de quatro cidades do Ceará - Aiuaba, Chaval, Missão Velha e Santana do Cariri - também por falta de pagamento das contas dos municípios.

O corte afeta a sede da prefeitura das cidades, secretarias e prédios públicos municipais, mas mantêm em unidades com serviços essenciais, como escolas, postos de saúde e hospitais. 


De acordo com a Coelce, o corte deve permanecer por tempo indeterminado, até que as prefeituras quitem as contas atrasadas ou negociem o valor das dívidas.

09 de OUT de 2015 às 09:06:44
Fonte: g1.com