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2,35 mi no CE estão com nome negativado

Os credores estão abertos a negociações para receberem pelo menos parte do valor em atraso

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Ao sair dos cadastros de restrição, os consumidores se reabilitam ao crédito. Normalmente, no fim do 2º semestre, entidades lojistas abrem campanhas com descontos na quitação de dívidas ( FOTO: KLEBER A. GONÇALVES )
arte

O número de inadimplentes no Ceará apresentou um leve recuo de 0,42% em junho de 2018, ante igual período do ano passado, indicam dados da Serasa Experian. No sexto mês desse ano, 2,35 milhões de pessoas estavam com o nome negativado no Estado, enquanto que, no sexto mês de 2017, o número registrado era de 2,36 milhões. Apesar do pequeno recuo, mantendo um quadro praticamente estável, o resultado registrado no Ceará vem na contramão do País, que passou dos 60,6 milhões de inadimplentes em junho de 2017 para 61,8 milhões em junho de 2018. O que levou o índice a crescer 1,98%.

O problema dos registros de negativação já entrou na pauta dos debates eleitorais. Além de comprometer a saúde financeira das empresas e paralelamente reduzir o poder de compra de famílias, está diretamente ligado à questão do desemprego, ainda forte em todo o Brasil.

"Muitas pessoas foram negativadas porque quando fizeram suas compras e empréstimos estavam devidamente empregadas, mas acabaram perdendo seus empregos. Nesse momento atual da economia, elas sentem dificuldades de engajamento no (mercado de) trabalho e de honrar suas dívidas", analisa o Superintendente da CDL de Fortaleza, Antônio Carlos.

16 de AGO de 2018 às 05:37:40
Fonte: Diário do Nordeste
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Ao sair dos cadastros de restrição, os consumidores se reabilitam ao crédito. Normalmente, no fim do 2º semestre, entidades lojistas abrem campanhas com descontos na quitação de dívidas ( FOTO: KLEBER A. GONÇALVES )
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O número de inadimplentes no Ceará apresentou um leve recuo de 0,42% em junho de 2018, ante igual período do ano passado, indicam dados da Serasa Experian. No sexto mês desse ano, 2,35 milhões de pessoas estavam com o nome negativado no Estado, enquanto que, no sexto mês de 2017, o número registrado era de 2,36 milhões. Apesar do pequeno recuo, mantendo um quadro praticamente estável, o resultado registrado no Ceará vem na contramão do País, que passou dos 60,6 milhões de inadimplentes em junho de 2017 para 61,8 milhões em junho de 2018. O que levou o índice a crescer 1,98%.

O problema dos registros de negativação já entrou na pauta dos debates eleitorais. Além de comprometer a saúde financeira das empresas e paralelamente reduzir o poder de compra de famílias, está diretamente ligado à questão do desemprego, ainda forte em todo o Brasil.

"Muitas pessoas foram negativadas porque quando fizeram suas compras e empréstimos estavam devidamente empregadas, mas acabaram perdendo seus empregos. Nesse momento atual da economia, elas sentem dificuldades de engajamento no (mercado de) trabalho e de honrar suas dívidas", analisa o Superintendente da CDL de Fortaleza, Antônio Carlos.

16 de AGO de 2018 às 05:37:40
Fonte: Diário do Nordeste