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Subtenente nega acusações e seu advogado acusa esposa de assassinar o filho

Criança foi morta na madrugada de terça-feira (11), em Fortaleza

Após sair do coma, o subtenente do exército Francilewdo Bezerra Severino, 45, prestou depoimento à Polícia Civil na noite desta sexta-feira, 28. O depoimento durou quatro horas e aconteceu no Hospital Geral do Exército Brasileiro, onde está internado.

Titular do 16° Distrito Policial (DP), o delegado Wilder Brito o interrogou e o militar negou que teria envenenado e matado o próprio filho, de 9 anos. Apesar do crime bárbaro, o depoimento foi feito com tranquilidade, atestado pelas presenças de um médico da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o advogado do policial. “O delegado já falou que não há mais motivos pro Francilewdo ficar preso. Ele tratou o Francilewdo como vítima. O depoimento foi tão tranquilo quanto de uma vítima. Para a polícia, ele é a vítima da história, isso já tá comprovado”, explicou ao Tribuna do Ceará o advogado Walmir Medeiros.

O delegado informou que o militar negou também ter agredido a esposa, “ele afirmou que, em hipótese alguma, não lesionou a mulher, nem matou o filho. Ele disse que lembra apenas até o ponto em que comia e outros detalhes”.

O advogado do militar foi bem direto em relação à investigação. Sua posição é de que a verdadeira culpada é a esposa de Francilewdo. “O depoimento só serviu pra confirmar o que o delegado já sabia. Agora os indícios ficaram mais fortes de que foi a esposa mesmo que matou o filho, envenenou o marido e simulou uma agressão. Ele até falou pra imprensa que o caso já tá quase resolvido, mas que precisava concluir o inquérito”, finalizou o advogado.

 

01 de DEZ de 2014 às 07:30:06
Fonte: TRIBUNA DO CEARÁ
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Após sair do coma, o subtenente do exército Francilewdo Bezerra Severino, 45, prestou depoimento à Polícia Civil na noite desta sexta-feira, 28. O depoimento durou quatro horas e aconteceu no Hospital Geral do Exército Brasileiro, onde está internado.

Titular do 16° Distrito Policial (DP), o delegado Wilder Brito o interrogou e o militar negou que teria envenenado e matado o próprio filho, de 9 anos. Apesar do crime bárbaro, o depoimento foi feito com tranquilidade, atestado pelas presenças de um médico da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o advogado do policial. “O delegado já falou que não há mais motivos pro Francilewdo ficar preso. Ele tratou o Francilewdo como vítima. O depoimento foi tão tranquilo quanto de uma vítima. Para a polícia, ele é a vítima da história, isso já tá comprovado”, explicou ao Tribuna do Ceará o advogado Walmir Medeiros.

O delegado informou que o militar negou também ter agredido a esposa, “ele afirmou que, em hipótese alguma, não lesionou a mulher, nem matou o filho. Ele disse que lembra apenas até o ponto em que comia e outros detalhes”.

O advogado do militar foi bem direto em relação à investigação. Sua posição é de que a verdadeira culpada é a esposa de Francilewdo. “O depoimento só serviu pra confirmar o que o delegado já sabia. Agora os indícios ficaram mais fortes de que foi a esposa mesmo que matou o filho, envenenou o marido e simulou uma agressão. Ele até falou pra imprensa que o caso já tá quase resolvido, mas que precisava concluir o inquérito”, finalizou o advogado.

 

01 de DEZ de 2014 às 07:30:06
Fonte: TRIBUNA DO CEARÁ