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Em visita à África, papa pede diálogo entre religiões

o papa Francisco celebrou uma missa no campus da Universidade de Nairóbi acompanhada por entre 200 mil pessoas

No segundo dia de sua viagem à África, o papa Francisco chamou a atenção para “as consequências catastróficas” de um fracasso nas negociações sobre o clima e defendeu o diálogo ecumênico como antídoto à intolerância.

Francisco fez as declarações em Nairóbi, capital do Quênia, país duramente atingido por ataques de milícias extremistas islâmicas.

 

Ontem, ele reuniu-se com dirigentes de outras religiões, incluindo vários representantes muçulmanos. “Com frequência, jovens são radicalizados, em nome da religião, para semear a discórdia e o medo e rasgar o tecido das nossas sociedades”, advertiu.

 

“Por isso, o diálogo ecumênico e inter-religioso não é algo adicional ou opcional, mas, sim, uma atitude essencial em um mundo ferido por conflitos e por divisões”, acrescentou.

 

Nos últimos dois anos, ao menos 400 pessoas morreram no Quênia em ataques da milícia radical Al Shabaab, ligada à Al Qaeda.

 

Missa

Após o encontro ecumênico, Francisco celebrou uma missa no campus da Universidade de Nairóbi que foi acompanhada por entre 200 mil e 300 mil pessoas, segundo estimativas feitas pela imprensa local.

Os fiéis, muitos dos quais chegaram ao local às 2 horas, apesar da chuva torrencial, receberam com danças e cantos o papa, que chegou à universidade no papamóvel. “Eles dançam com todos os músculos de seu corpo”, comentou o pontífice com seus assessores.

 

Dezenas de milhares de pessoas acompanharam a missa em telões gigantes instalados no parque Uhuru. Com aparência cansada, Francisco usava na cabeça uma mitra com motivos da etnia maasai bordada por religiosas da favela Kangemi.

27 de NOV de 2015 às 09:06:17
Fonte: O Povo
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No segundo dia de sua viagem à África, o papa Francisco chamou a atenção para “as consequências catastróficas” de um fracasso nas negociações sobre o clima e defendeu o diálogo ecumênico como antídoto à intolerância.

Francisco fez as declarações em Nairóbi, capital do Quênia, país duramente atingido por ataques de milícias extremistas islâmicas.

 

Ontem, ele reuniu-se com dirigentes de outras religiões, incluindo vários representantes muçulmanos. “Com frequência, jovens são radicalizados, em nome da religião, para semear a discórdia e o medo e rasgar o tecido das nossas sociedades”, advertiu.

 

“Por isso, o diálogo ecumênico e inter-religioso não é algo adicional ou opcional, mas, sim, uma atitude essencial em um mundo ferido por conflitos e por divisões”, acrescentou.

 

Nos últimos dois anos, ao menos 400 pessoas morreram no Quênia em ataques da milícia radical Al Shabaab, ligada à Al Qaeda.

 

Missa

Após o encontro ecumênico, Francisco celebrou uma missa no campus da Universidade de Nairóbi que foi acompanhada por entre 200 mil e 300 mil pessoas, segundo estimativas feitas pela imprensa local.

Os fiéis, muitos dos quais chegaram ao local às 2 horas, apesar da chuva torrencial, receberam com danças e cantos o papa, que chegou à universidade no papamóvel. “Eles dançam com todos os músculos de seu corpo”, comentou o pontífice com seus assessores.

 

Dezenas de milhares de pessoas acompanharam a missa em telões gigantes instalados no parque Uhuru. Com aparência cansada, Francisco usava na cabeça uma mitra com motivos da etnia maasai bordada por religiosas da favela Kangemi.

27 de NOV de 2015 às 09:06:17
Fonte: O Povo