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Tesoureiro do PT tem papel semelhante ao de Youssef, diz PF

Vaccari foi preso nesta quarta-feira (15) e ficará detido na PF em Curitiba.

A Polícia Federal (PF)  afirmou nesta quarta-feria (15) que o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, preso pela Operação Lava Jato nesta manhã, tem praticado crimes envolvendo desvio de dinheiro da Petrobras possivelmente desde 2004. Vaccari chegou a Curitiba às 12h50.

Os agentes definiram que as ações criminosas de Vaccari têm tom de desafio às instituições.

“Em relação à Petrobras, Vaccari tem papel semelhante ao de Youssef, ou seja, um operador”, disse o procurador do Ministério Público Federal (MPF), Carlos Fernando dos Santos Lima.

Vaccari foi preso pela 12ª fase da Operação Lava Jato – que começou em março de 2014. De acordo com a PF, Vaccari saía para se exercitar no momento em que foi preso. Ele não resistiu à prisão. Desde que surgiram as denúncias, no ano passado, Vaccari tem negado a participação dele e de familiares no esquema investigado pela Lava Jato.

No mandado de prisão, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, escreveu no despacho que João Vaccari Neto determinou que parte das propinas no esquema de corrupção na Petrobras fosse paga a uma gráfica sediada em São Paulo. O valor pode chegar a R$ 2,5 milhões.

Moro escreveu também que "os recursos criminosos teriam sido utilizados não só para a realização de doações registradas ao Partido dos Trabalhadores, mas também para a realização de pagamentos por serviços, total ou em parte, simulados pela referida Editora Gráfica Atitude, isso por indicação de João Vaccari Neto". O juiz  afirmou que, pelos relatos de delatores, Vaccari participou "intensamente" do esquema na Petrobras, como operador do PT no recebimento da propina.

15 de ABR de 2015 às 13:36:08
Fonte: G1
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A Polícia Federal (PF)  afirmou nesta quarta-feria (15) que o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto, preso pela Operação Lava Jato nesta manhã, tem praticado crimes envolvendo desvio de dinheiro da Petrobras possivelmente desde 2004. Vaccari chegou a Curitiba às 12h50.

Os agentes definiram que as ações criminosas de Vaccari têm tom de desafio às instituições.

“Em relação à Petrobras, Vaccari tem papel semelhante ao de Youssef, ou seja, um operador”, disse o procurador do Ministério Público Federal (MPF), Carlos Fernando dos Santos Lima.

Vaccari foi preso pela 12ª fase da Operação Lava Jato – que começou em março de 2014. De acordo com a PF, Vaccari saía para se exercitar no momento em que foi preso. Ele não resistiu à prisão. Desde que surgiram as denúncias, no ano passado, Vaccari tem negado a participação dele e de familiares no esquema investigado pela Lava Jato.

No mandado de prisão, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, escreveu no despacho que João Vaccari Neto determinou que parte das propinas no esquema de corrupção na Petrobras fosse paga a uma gráfica sediada em São Paulo. O valor pode chegar a R$ 2,5 milhões.

Moro escreveu também que "os recursos criminosos teriam sido utilizados não só para a realização de doações registradas ao Partido dos Trabalhadores, mas também para a realização de pagamentos por serviços, total ou em parte, simulados pela referida Editora Gráfica Atitude, isso por indicação de João Vaccari Neto". O juiz  afirmou que, pelos relatos de delatores, Vaccari participou "intensamente" do esquema na Petrobras, como operador do PT no recebimento da propina.

15 de ABR de 2015 às 13:36:08
Fonte: G1