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PF cumpre mandado em Juazeiro do Norte

Servidores da RF passavam informações privilegiadas sobre empresas devedoras do fisco

Operação Zelotes, deflagrada pela Polícia Federal com o objetivo de desarticular organizações criminosas que atuavam no Ceará,no Distrito Federal e em São Paulo, cumpre ummandado de busca e apreensão em Juazeiro do Norte, 493,4 km de Fortaleza. Os suspeitos manipulavam o trâmite de processos e o resultado de julgamentos junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Segundo a PF, o prejuízo à Receita Federal de R$ 5,7 bilhões foi confirmado e pode chegar até R$ 19 bilhões. Ao todo, 41 mandados de busca e apreensão são cumpridos: um no Ceará, 16 no estado de São Paulo (em Santo André, Barueri e São Paulo) e 24 em Brasília. 

As investigações, iniciadas em 2013, apontam que os servidores repassavam informações privilegiadas, obtidas dentro do Carf, para escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia. Com os dados, os suspeitos realizavam a captação de clientes e intermediavam a contratação de “facilidades” dentro do conselho. 

A PF informou ainda que os investigados vão responder pelos crimes de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção passiva, corrupção ativa, associação criminosa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

26 de MAR de 2015 às 09:24:21
Fonte: G1
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Operação Zelotes, deflagrada pela Polícia Federal com o objetivo de desarticular organizações criminosas que atuavam no Ceará,no Distrito Federal e em São Paulo, cumpre ummandado de busca e apreensão em Juazeiro do Norte, 493,4 km de Fortaleza. Os suspeitos manipulavam o trâmite de processos e o resultado de julgamentos junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Segundo a PF, o prejuízo à Receita Federal de R$ 5,7 bilhões foi confirmado e pode chegar até R$ 19 bilhões. Ao todo, 41 mandados de busca e apreensão são cumpridos: um no Ceará, 16 no estado de São Paulo (em Santo André, Barueri e São Paulo) e 24 em Brasília. 

As investigações, iniciadas em 2013, apontam que os servidores repassavam informações privilegiadas, obtidas dentro do Carf, para escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia. Com os dados, os suspeitos realizavam a captação de clientes e intermediavam a contratação de “facilidades” dentro do conselho. 

A PF informou ainda que os investigados vão responder pelos crimes de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção passiva, corrupção ativa, associação criminosa, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

26 de MAR de 2015 às 09:24:21
Fonte: G1