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PT era o rei do impeachment' quando não estava no governo

Partido só não pediu impeachment de Lula porque ele era do PT

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (10) que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff iniciado na Câmara dos Deputados precisa ser discutido e voltou a afirmar que não se trata de "golpe". Para o tucano, o PT era "o rei do impeachment" quando não estava no governo.


"Eu queria destacar o seguinte: impeachment, eu vejo muita gente falando de golpe. Não, impeachment não é golpe. Aliás, o PT era o rei do impeachment porque ele entrou com pedido de impeachment contra o Collor, contra o Itamar Franco e contra o Fernando Henrique. Só não entrou contra o Lula porque era do PT", disse Alckin ao participar de evento em Brasília.

"O impeachment é previsto na Constituição brasileira", concluiu o governador de São Paulo.

Questionado sobre se haveria algum tipo de abuso da Câmara no processo de impeachment, Alckmin negou. Nesta terça, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a formação e a instalação da comissão especial que irá analisar o processo de impeachment da presidente Dilma até que o plenário da Corte analise o caso.

"Não. Acho que é para estabelecer o regramento, procedimentos. A Câmara não vai entrar no mérito da questão. O mérito é no Senado. A Câmara recebe ou não o pedido e ao mesmo tempo o Supremo, se tiver dúvida, estabelece a regra", explicou o tucano.

10 de DEZ de 2015 às 14:58:26
Fonte: G1
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (10) que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff iniciado na Câmara dos Deputados precisa ser discutido e voltou a afirmar que não se trata de "golpe". Para o tucano, o PT era "o rei do impeachment" quando não estava no governo.


"Eu queria destacar o seguinte: impeachment, eu vejo muita gente falando de golpe. Não, impeachment não é golpe. Aliás, o PT era o rei do impeachment porque ele entrou com pedido de impeachment contra o Collor, contra o Itamar Franco e contra o Fernando Henrique. Só não entrou contra o Lula porque era do PT", disse Alckin ao participar de evento em Brasília.

"O impeachment é previsto na Constituição brasileira", concluiu o governador de São Paulo.

Questionado sobre se haveria algum tipo de abuso da Câmara no processo de impeachment, Alckmin negou. Nesta terça, o ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a formação e a instalação da comissão especial que irá analisar o processo de impeachment da presidente Dilma até que o plenário da Corte analise o caso.

"Não. Acho que é para estabelecer o regramento, procedimentos. A Câmara não vai entrar no mérito da questão. O mérito é no Senado. A Câmara recebe ou não o pedido e ao mesmo tempo o Supremo, se tiver dúvida, estabelece a regra", explicou o tucano.

10 de DEZ de 2015 às 14:58:26
Fonte: G1