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Cunha veta público em área da Câmara dos Deputados

A decisão foi tomada ontem, um dia após o peemedebista ser alvo de uma chuva de notas falsas

 

Alegando medidas de segurança, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), proibiu a entrada de pessoas não credenciadas no salão verde da Câmara a partir da próxima semana, entre terças e quintas-feiras.

 

A decisão foi tomada ontem, um dia após o peemedebista ser alvo de uma chuva de notas falsas lançadas por um manifestante enquanto concedia entrevista coletiva no local. 

 

Cunha alega que após o salão verde ter sido palco de confusões na quarta, foi cobrado em plenário por parlamentares para que “restaurasse a normalidade” no local, que é o principal salão da Câmara, porta de entrada para o plenário, onde circulam deputados, servidores, lobistas, cidadãos, manifestantes e jornalistas.

 

Outro argumento é a necessidade de cumprir o ato da Mesa Diretora nº 3 de 1995 segundo o qual “nas dependências privativas de parlamentares somente serão admitidos funcionários, jornalistas e técnicos credenciados, em serviço, e convidados para tal fim autorizados”.

 

Com isso, os manifestantes que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff e estavam acorrentados em uma pilastra no salão verde da Câmara desde semana passada também deixaram o local.

07 de NOV de 2015 às 09:41:48
Fonte: O Povo
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Alegando medidas de segurança, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), proibiu a entrada de pessoas não credenciadas no salão verde da Câmara a partir da próxima semana, entre terças e quintas-feiras.

 

A decisão foi tomada ontem, um dia após o peemedebista ser alvo de uma chuva de notas falsas lançadas por um manifestante enquanto concedia entrevista coletiva no local. 

 

Cunha alega que após o salão verde ter sido palco de confusões na quarta, foi cobrado em plenário por parlamentares para que “restaurasse a normalidade” no local, que é o principal salão da Câmara, porta de entrada para o plenário, onde circulam deputados, servidores, lobistas, cidadãos, manifestantes e jornalistas.

 

Outro argumento é a necessidade de cumprir o ato da Mesa Diretora nº 3 de 1995 segundo o qual “nas dependências privativas de parlamentares somente serão admitidos funcionários, jornalistas e técnicos credenciados, em serviço, e convidados para tal fim autorizados”.

 

Com isso, os manifestantes que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff e estavam acorrentados em uma pilastra no salão verde da Câmara desde semana passada também deixaram o local.

07 de NOV de 2015 às 09:41:48
Fonte: O Povo