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Sérgio Moro manda intimar Eduardo Cunha

O peemedebista terá um prazo de dez dias após receber a intimação para entregar a defesa ao juiz

Quatro dias depois de o juiz da Lava-Jato e-m Curitiba, Sérgio Moro, aceitar a ação penal contra o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB), a Justiça Federal em Curitiba emitiu ontem, o pedido de intimação do peemedebista encaminhado à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde ele mora.

Com isso, caberá a um oficial de Justiça do Rio localizar e entregar a intimação ao deputado cassado que, a partir daí, terá dez dias para entregar sua defesa ao juiz da Lava-Jato.

Nesta ação, Cunha é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal pela manutenção de contas secretas na Suíça que teriam recebido propina do esquema na Petrobras. Como a ação já havia sido aberta pelo Supremo em junho, Moro apenas deu 10 dias para o peemedebista apresentar sua defesa.

O processo foi remetido para a primeira instância em Curitiba, pois Cunha perdeu foro privilegiado desde que foi cassado pela Câmara, por 450 votos a 10, no dia 12 de setembro. Com isso, na semana passada o Supremo remeteu esta ação contra o peemedebista para a Justiça Federal em Curitiba, sede da Lava Jato.

Não fala

O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a princípio, se manterá em silêncio a respeito da decisão. "Óbvio que não falarei. Isso é com advogado. Não falo de processos", afirmou Cunha à reportagem.

Eduardo Cunha também minimizou recentes reações realizadas por cidadãos em locais públicos contra ele. Na última quarta-feira (12), filmado por populares enquanto levava suas bagagens em um carrinho de mão, o ex-parlamentar foi confrontado por uma senhora. "Reações? Uma mulher? Tiro muito mais selfies e recebo muito mais cumprimentos do que recebo manifestação contrária", ressaltou.

Estágio

Aberto no início do mês, o concurso para estagiário da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde correm os processos da Operação Lava-Jato, recebeu 286 inscrições, de vários Estados do país.

A procura foi incomum: em média, aparecem 70 candidatos para este tipo de seleção. Neste ano, foi o nome de Moro que apareceu no edital, o que aumentou a procura.

18 de OUT de 2016 às 07:47:43
Fonte: Diário do nordeste
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Quatro dias depois de o juiz da Lava-Jato e-m Curitiba, Sérgio Moro, aceitar a ação penal contra o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB), a Justiça Federal em Curitiba emitiu ontem, o pedido de intimação do peemedebista encaminhado à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde ele mora.

Com isso, caberá a um oficial de Justiça do Rio localizar e entregar a intimação ao deputado cassado que, a partir daí, terá dez dias para entregar sua defesa ao juiz da Lava-Jato.

Nesta ação, Cunha é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal pela manutenção de contas secretas na Suíça que teriam recebido propina do esquema na Petrobras. Como a ação já havia sido aberta pelo Supremo em junho, Moro apenas deu 10 dias para o peemedebista apresentar sua defesa.

O processo foi remetido para a primeira instância em Curitiba, pois Cunha perdeu foro privilegiado desde que foi cassado pela Câmara, por 450 votos a 10, no dia 12 de setembro. Com isso, na semana passada o Supremo remeteu esta ação contra o peemedebista para a Justiça Federal em Curitiba, sede da Lava Jato.

Não fala

O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a princípio, se manterá em silêncio a respeito da decisão. "Óbvio que não falarei. Isso é com advogado. Não falo de processos", afirmou Cunha à reportagem.

Eduardo Cunha também minimizou recentes reações realizadas por cidadãos em locais públicos contra ele. Na última quarta-feira (12), filmado por populares enquanto levava suas bagagens em um carrinho de mão, o ex-parlamentar foi confrontado por uma senhora. "Reações? Uma mulher? Tiro muito mais selfies e recebo muito mais cumprimentos do que recebo manifestação contrária", ressaltou.

Estágio

Aberto no início do mês, o concurso para estagiário da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde correm os processos da Operação Lava-Jato, recebeu 286 inscrições, de vários Estados do país.

A procura foi incomum: em média, aparecem 70 candidatos para este tipo de seleção. Neste ano, foi o nome de Moro que apareceu no edital, o que aumentou a procura.

18 de OUT de 2016 às 07:47:43
Fonte: Diário do nordeste