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Senado derruba decisão e Aécio retoma mandato

Tucano mineiro, que foi afastado pela 1ª Turma do STF há três semanas, obteve vitória graças à maioria de seus colegas

 Por 44 votos a 26, o plenário do Senado decidiu barrar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e devolver o mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Não houve nenhuma abstenção. Para atingir um resultado, eram necessários pelo menos 41 parlamentares a favor ou contra o tucano - caso contrário, a apreciação teria que ser refeita em outra data.

Dos 44 senadores que votaram para derrubar as medidas cautelares impostas pelo Supremo ao tucano, ao menos 19 (43,2%) são alvo da Operação Lava-Jato. A maior parte deles (10) é do PMDB, partido que mais deu votos a favor do senador mineiro - foram 18 no total.

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A sessão foi aberta por volta das 17h (16h no Ceará). A fase de discussão sobre o caso durou cerca de duas horas. Dez senadores falaram na tribuna -cinco contrários à decisão do STF e outros cinco favoráveis. Falaram contra o afastamento os parlamentares Jader Barbalho (PMDB-PA), Telmário Mota (PTB-RR), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Roberto Rocha (PSDB-MA) e Romero Jucá (PMDB-RR). Álvaro Dias (PODE-PR), Ana Amélia (PP-RS), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Reguffe (Sem partido-DF) foram favoráveis.

'Sem impunidade'

Aliado de Aécio, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que a decisão do Senado de barrar as medidas cautelares impostas ao mineiro não pode ser vista como "impunidade".

"É importante dizer que o processo terá sequência. O senador continuará sob jurisdição do STF, o inquérito está em curso, poderá ou não ser transformado em ação penal. Para que não fique essa discussão falsa de que é impunidade", disse o tucano.

18 de OUT de 2017 às 08:18:43
Fonte: Diário do Nordeste
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 Por 44 votos a 26, o plenário do Senado decidiu barrar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e devolver o mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Não houve nenhuma abstenção. Para atingir um resultado, eram necessários pelo menos 41 parlamentares a favor ou contra o tucano - caso contrário, a apreciação teria que ser refeita em outra data.

Dos 44 senadores que votaram para derrubar as medidas cautelares impostas pelo Supremo ao tucano, ao menos 19 (43,2%) são alvo da Operação Lava-Jato. A maior parte deles (10) é do PMDB, partido que mais deu votos a favor do senador mineiro - foram 18 no total.

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'Sem impunidade'

Aliado de Aécio, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que a decisão do Senado de barrar as medidas cautelares impostas ao mineiro não pode ser vista como "impunidade".

"É importante dizer que o processo terá sequência. O senador continuará sob jurisdição do STF, o inquérito está em curso, poderá ou não ser transformado em ação penal. Para que não fique essa discussão falsa de que é impunidade", disse o tucano.

18 de OUT de 2017 às 08:18:43
Fonte: Diário do Nordeste