(Zap) 88 9 9359 0525

Papa recorda atos terroristas e pede fim da violência

Papa Francisco pediu o esforço "unânime" da comunidade internacional para acabar com a violência

O papa Francisco recordou ontem os “atrozes atos terroristas” cometidos neste ano e pediu o esforço “unânime” da comunidade internacional para acabar com a violência na Síria, Ucrânia, Líbia e África, em sua bênção de Natal.

 

“Quantos foram golpeados por atrozes atos terroristas em massacres recentes em Beirute, Paris, Bamako [Mali], Túnis e nos céus do Egito”, recordou o papa, que estendeu o pedido de paz aos conflitos no Iraque, Iêmen, Ucrânia, Congo, Burundi e Sudão do Sul.

 

Do balcão na basílica de São Pedro, o papa fez um resumo das guerras e males que afligem o mundo durante a tradicional bênção “Urbi et Orbi” (Para a cidade e o mundo, em latim).

 

Francisco começou citando a Terra Santa, ao recordar que “precisamente ali onde o filho de Deus veio ao mundo, continuam as tensões e violências”.

 

Ele clamou que “os israelenses e palestinos possam retornar o diálogo direto e alcançar um entendimento que permita aos dois povos conviver em harmonia, superando um conflito que enfrentam há tanto tempo”.

 

O papa expressou seu anseio de que “o acordo alcançado na ONU consiga o quanto antes conter o ruído das armas na Síria e remediar a gravíssima situação humanitária de uma população extenuada”.

 

Consolo e força

O pontífice assinalou também a urgência de que “o acordo sobre a Líbia tenha o apoio de todos, para que se superem as graves divisões e violências que afligem o país”.

 

O discurso implorou por “consolo e força” para todos os que são “perseguidos por causa de sua fé em várias partes do mundo”, pois eles são “nossos mártires atuais”.

 

O papa citou a Colômbia, e pediu que seu povo, “animado pela esperança, continue buscando com vontade a ansiada paz”.

 

Por fim, Francisco lembrou daqueles que estão privados de sua dignidade humana, como crianças que atuam como soldados, mulheres que sofrem violência, vítimas de tráfico de pessoas e do narcotráfico, refugiados que fogem da guerra e desempregados. (AFP)

 

26 de DEZ de 2015 às 09:40:40
Fonte: O Povo
imagem

O papa Francisco recordou ontem os “atrozes atos terroristas” cometidos neste ano e pediu o esforço “unânime” da comunidade internacional para acabar com a violência na Síria, Ucrânia, Líbia e África, em sua bênção de Natal.

 

“Quantos foram golpeados por atrozes atos terroristas em massacres recentes em Beirute, Paris, Bamako [Mali], Túnis e nos céus do Egito”, recordou o papa, que estendeu o pedido de paz aos conflitos no Iraque, Iêmen, Ucrânia, Congo, Burundi e Sudão do Sul.

 

Do balcão na basílica de São Pedro, o papa fez um resumo das guerras e males que afligem o mundo durante a tradicional bênção “Urbi et Orbi” (Para a cidade e o mundo, em latim).

 

Francisco começou citando a Terra Santa, ao recordar que “precisamente ali onde o filho de Deus veio ao mundo, continuam as tensões e violências”.

 

Ele clamou que “os israelenses e palestinos possam retornar o diálogo direto e alcançar um entendimento que permita aos dois povos conviver em harmonia, superando um conflito que enfrentam há tanto tempo”.

 

O papa expressou seu anseio de que “o acordo alcançado na ONU consiga o quanto antes conter o ruído das armas na Síria e remediar a gravíssima situação humanitária de uma população extenuada”.

 

Consolo e força

O pontífice assinalou também a urgência de que “o acordo sobre a Líbia tenha o apoio de todos, para que se superem as graves divisões e violências que afligem o país”.

 

O discurso implorou por “consolo e força” para todos os que são “perseguidos por causa de sua fé em várias partes do mundo”, pois eles são “nossos mártires atuais”.

 

O papa citou a Colômbia, e pediu que seu povo, “animado pela esperança, continue buscando com vontade a ansiada paz”.

 

Por fim, Francisco lembrou daqueles que estão privados de sua dignidade humana, como crianças que atuam como soldados, mulheres que sofrem violência, vítimas de tráfico de pessoas e do narcotráfico, refugiados que fogem da guerra e desempregados. (AFP)

 

26 de DEZ de 2015 às 09:40:40
Fonte: O Povo