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Dengue, chikungunya e zica: saiba as diferenças entre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

O Ministério da Saúde alerta que, qualquer uma das três doenças, se detectada inicialmente.

Em água limpa e parada, o mosquito Aedes aegypti desenvolve-se em até 5 dias. O vilão da saúde brasileira é responsável pela vetorização de três doenças graves: dengue, chikungunya e zica. Esta última está recebendo atenção especial dos órgãos governamentais como o Ministério da Saúde devido sua relação com os casos de microcefalia.


Febre, coceira, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo e nas juntas, manchas vermelhas pelo corpo. Todas as três doenças têm algum tipo de sintoma característico. Desta forma, a indicação é que ninguém faça uso de automedicação e procure imediatamente uma unidade básica de saúde.


Nesta semana, os estados do Nordeste e Sudeste receberam larvicidas para tratamento de um volume de água equivalente a 3.560 piscinas olímpicas. São mais 17.9 toneladas do produto utilizado para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti.


O Ministério da Saúde alerta que, qualquer uma das três doenças, se detectada inicialmente, terão um prognóstico de evolução, não deixando sequelas e não chegando em casos graves. A dengue, por exemplo, pode matar. Somente no Ceará, 66 pessoas morreram devido à doença em 2015.

12 de DEZ de 2015 às 09:16:24
Fonte: Tribuna do Ceara
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Em água limpa e parada, o mosquito Aedes aegypti desenvolve-se em até 5 dias. O vilão da saúde brasileira é responsável pela vetorização de três doenças graves: dengue, chikungunya e zica. Esta última está recebendo atenção especial dos órgãos governamentais como o Ministério da Saúde devido sua relação com os casos de microcefalia.


Febre, coceira, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo e nas juntas, manchas vermelhas pelo corpo. Todas as três doenças têm algum tipo de sintoma característico. Desta forma, a indicação é que ninguém faça uso de automedicação e procure imediatamente uma unidade básica de saúde.


Nesta semana, os estados do Nordeste e Sudeste receberam larvicidas para tratamento de um volume de água equivalente a 3.560 piscinas olímpicas. São mais 17.9 toneladas do produto utilizado para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti.


O Ministério da Saúde alerta que, qualquer uma das três doenças, se detectada inicialmente, terão um prognóstico de evolução, não deixando sequelas e não chegando em casos graves. A dengue, por exemplo, pode matar. Somente no Ceará, 66 pessoas morreram devido à doença em 2015.

12 de DEZ de 2015 às 09:16:24
Fonte: Tribuna do Ceara