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Em meio a críticas, Cultura fica mesmo no Ministério da Educação

alta de salários fez com que Temer reiterasse posição da Cultura junto à Educação

O presidente em exercício Michel Temer (PMDB), mesmo após críticas críticas e pressão de artistas e movimentos sociais, decidiu que a Cultura integrará o Ministério da Educação, como já havia sido anunciado e determinado por Medida Provisória. A nova pasta será chamada de Ministério da Educação e Cultura (MEC). 


Depois do anúncio, feito na última quinta-feira, 12, Temer e o ministro Mendonça Filho (DEM) haviam ventilado possibilidade de criação de uma secretaria vinculada à Presidência da República que seria comandada por uma mulher, mas a ideia foi descartada. Ainda assim, para a gestão da área dentro do MEC busca-se uma mulher, decisão tomada para tentar reparar rejeição de equipe ministerial formada só por homens.

Se a ideia de transformar a Cultura numa secretaria da Presidência fosse levada à frente, os salários dos servidores aumentariam em até 50%. Foi essa conta, segundo um auxiliar próximo a Temer - de acordo com o jornal
 O Globo -, que fez o novo governo desistir. Em meio a fusões e extinções de pastas, elevar salários não seria uma boa medida.

A decisão, porém, precisa ainda passar pelo crivo do Congresso Nacional. Reforma ministerial aconteceu através de Medida Provisória, que garante que as modificações aconteçam logo após publicação no Diário oficial da União (DOU), mas precisam ser votada em regirme de urgência pelos parlamentares. Após discussão no plenário, reforma pode passar com alterações ou nem mesmo ser aprovada.

Mulheres no comando
Temer teria pedido a Mendonça Filho para procurar uma mulher para a Secretaria da Cultura. O novo ministro, que tomou posse sob protestos de funcionários ligados à área da Cultura, disse que até esta terça-feira, 16, o governo pretende anunciar, oficialmente, quem será a responsável e qual a estrutura do novo órgão que substitui o antigo ministério.

O ministro teria ainda afirmado que algumas conversas estão em curso e que não quer adiantar nomes ou detalhes sobre a hierarquia administrativa do órgão até que tudo esteja definido. A ideia seria garantir que as ações e programas continuem, independentemente da estrutura a ser adotada.

O nome da ex-secretária de Cultura do Rio de Janeiro no governo Sérgio Cabral, Adriana Rattes, é um dos que vem sendo cotado para a secretaria.

 

16 de JUN de 2016 às 11:37:19
Fonte: O Povo
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O presidente em exercício Michel Temer (PMDB), mesmo após críticas críticas e pressão de artistas e movimentos sociais, decidiu que a Cultura integrará o Ministério da Educação, como já havia sido anunciado e determinado por Medida Provisória. A nova pasta será chamada de Ministério da Educação e Cultura (MEC). 


Depois do anúncio, feito na última quinta-feira, 12, Temer e o ministro Mendonça Filho (DEM) haviam ventilado possibilidade de criação de uma secretaria vinculada à Presidência da República que seria comandada por uma mulher, mas a ideia foi descartada. Ainda assim, para a gestão da área dentro do MEC busca-se uma mulher, decisão tomada para tentar reparar rejeição de equipe ministerial formada só por homens.

Se a ideia de transformar a Cultura numa secretaria da Presidência fosse levada à frente, os salários dos servidores aumentariam em até 50%. Foi essa conta, segundo um auxiliar próximo a Temer - de acordo com o jornal
 O Globo -, que fez o novo governo desistir. Em meio a fusões e extinções de pastas, elevar salários não seria uma boa medida.

A decisão, porém, precisa ainda passar pelo crivo do Congresso Nacional. Reforma ministerial aconteceu através de Medida Provisória, que garante que as modificações aconteçam logo após publicação no Diário oficial da União (DOU), mas precisam ser votada em regirme de urgência pelos parlamentares. Após discussão no plenário, reforma pode passar com alterações ou nem mesmo ser aprovada.

Mulheres no comando
Temer teria pedido a Mendonça Filho para procurar uma mulher para a Secretaria da Cultura. O novo ministro, que tomou posse sob protestos de funcionários ligados à área da Cultura, disse que até esta terça-feira, 16, o governo pretende anunciar, oficialmente, quem será a responsável e qual a estrutura do novo órgão que substitui o antigo ministério.

O ministro teria ainda afirmado que algumas conversas estão em curso e que não quer adiantar nomes ou detalhes sobre a hierarquia administrativa do órgão até que tudo esteja definido. A ideia seria garantir que as ações e programas continuem, independentemente da estrutura a ser adotada.

O nome da ex-secretária de Cultura do Rio de Janeiro no governo Sérgio Cabral, Adriana Rattes, é um dos que vem sendo cotado para a secretaria.

 

16 de JUN de 2016 às 11:37:19
Fonte: O Povo