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Operação Lava Jato entra na 16ª fase batizada de Radioatividade

uas pessoas foram presas na madrugada desta terça-feira (28) em Brasília

Duas pessoas foram presas na 16ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na madrugada desta terça-feira (28) em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo e Barueri.
 
Um dos presos é o ex-presidente da Eletronuclear, Oto Luiz Pinheiro da Silva, preso no Rio de Janeiro. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba onde permanecerão à disposição da 13ª Vara da Justiça Federal.

Os policiais cumprem 30 mandados, sendo dois de prisão temporária, 23 de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva. A operação foi batizada de Radioatividade.

Segundo a PF, o alvo das investigações são contratos firmados por empresas já citadas na Operação Lava Jato, no âmbito de licitações nas obras de Angra 3, com a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás.

As apurações são sobre formação de cartel, prévio ajustamento de licitações nas obras de Angra 3, e pagamento indevido de vantagens financeiras a empregados da estatal.

Em Brasília, um dos alvos de busca foi o escritório da Eletronuclear no Edifício Via Capital Centro Empresarial, no Setor Bancário Norte.

29 de JUL de 2015 às 08:01:01
Fonte: C NEWS
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Duas pessoas foram presas na 16ª fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal (PF) na madrugada desta terça-feira (28) em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo e Barueri.
 
Um dos presos é o ex-presidente da Eletronuclear, Oto Luiz Pinheiro da Silva, preso no Rio de Janeiro. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba onde permanecerão à disposição da 13ª Vara da Justiça Federal.

Os policiais cumprem 30 mandados, sendo dois de prisão temporária, 23 de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva. A operação foi batizada de Radioatividade.

Segundo a PF, o alvo das investigações são contratos firmados por empresas já citadas na Operação Lava Jato, no âmbito de licitações nas obras de Angra 3, com a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás.

As apurações são sobre formação de cartel, prévio ajustamento de licitações nas obras de Angra 3, e pagamento indevido de vantagens financeiras a empregados da estatal.

Em Brasília, um dos alvos de busca foi o escritório da Eletronuclear no Edifício Via Capital Centro Empresarial, no Setor Bancário Norte.

29 de JUL de 2015 às 08:01:01
Fonte: C NEWS