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Dicas para economizar no material escolar

O material escolar dos filhos compromete boa parte do orçamento das famílias em janeiro.

Os materiais escolares estão até 35% mais caros em 2016. Para economizar na hora de comprar os itens, O POVO traz 12 dicas. O passo que nunca deve faltar é a pesquisa de preços. Para se ter ideia da variação de valores, o lápis grafite chega a variar de R$ 0,25 a R$ 1,01 dependendo da marca escolhida pelos pais – uma variação de 396% no preço, segundo pesquisa do O POVO em cinco livrarias do Centro.

Mas, antes de ir às ruas, é importante estar atento aos 66 itens considerados proibidos de serem exigidos pelas escolas. Se encontrar um desses materiais, não compre e diga ao colégio para retirá-lo da lista. Cláudia Santos, coordenadora geral do Procon Fortaleza, cita que se deve estar atento a abusos das escolas como condicionar matrícula à compra do material e obrigar a aquisição de itens de marcas e em locais específicos.

Também não se pode cobrar uma taxa para que os materiais sejam comprados pelo colégio, sem que o estabelecimento entregue uma lista. Os pais têm que ter o direito de ver a lista e comprar itens de sua escolha.

“A velha e boa pesquisa não pode faltar. Antes de ir às compras é bom verificar o que de material pode ser aproveitado do ano letivo anterior”, indica Cláudia. Outra forma de economizar é fazer compras coletivas, pois algumas lojas oferecem descontos em compras em grandes quantidades. Além disso, exija nota fiscal e recibo para não ter problemas de troca e assistências.

Para Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores, uma dica importante é não levar as crianças para as compras. “Os filhos nem sempre entendem que nem tudo que é de marca é melhor e sempre vão querer comprar algo a mais ou da “moda”, que são mais caros”. Em relação à forma de pagamento, ela diz que a melhor é à vista. “Lembrando que, se há pagamento à vista com desconto, no crédito, em uma só parcela, também deve ter”.

Preços

Todo ano, os preços dos materiais escolares se reajustam. Porém, a diferença é que sobre 2016 pesa a alta do dólar, que subiu 49% ante o real em 2015. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE), mochilas, estojos e lancheiras irão subir, além do papel, que é um dos principais insumos cotado em dólar. A alta apontada pela entidade é de até 35%.

Conforme pesquisa do O POVO em cinco livrarias, o item que realmente pesa no orçamento é livro. Em listas de itens de séries do Infantil dos principais colégios de Fortaleza, em que livros não são exigidos, os orçamentos iam de R$ 71,63 a R$ 211,10, a depender das escolhas dos pais. Já quando livros entram na lista, o orçamento sobe para mais de R$ 1 mil.

06 de JAN de 2016 às 08:56:26
Fonte: O Povo
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Os materiais escolares estão até 35% mais caros em 2016. Para economizar na hora de comprar os itens, O POVO traz 12 dicas. O passo que nunca deve faltar é a pesquisa de preços. Para se ter ideia da variação de valores, o lápis grafite chega a variar de R$ 0,25 a R$ 1,01 dependendo da marca escolhida pelos pais – uma variação de 396% no preço, segundo pesquisa do O POVO em cinco livrarias do Centro.

Mas, antes de ir às ruas, é importante estar atento aos 66 itens considerados proibidos de serem exigidos pelas escolas. Se encontrar um desses materiais, não compre e diga ao colégio para retirá-lo da lista. Cláudia Santos, coordenadora geral do Procon Fortaleza, cita que se deve estar atento a abusos das escolas como condicionar matrícula à compra do material e obrigar a aquisição de itens de marcas e em locais específicos.

Também não se pode cobrar uma taxa para que os materiais sejam comprados pelo colégio, sem que o estabelecimento entregue uma lista. Os pais têm que ter o direito de ver a lista e comprar itens de sua escolha.

“A velha e boa pesquisa não pode faltar. Antes de ir às compras é bom verificar o que de material pode ser aproveitado do ano letivo anterior”, indica Cláudia. Outra forma de economizar é fazer compras coletivas, pois algumas lojas oferecem descontos em compras em grandes quantidades. Além disso, exija nota fiscal e recibo para não ter problemas de troca e assistências.

Para Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores, uma dica importante é não levar as crianças para as compras. “Os filhos nem sempre entendem que nem tudo que é de marca é melhor e sempre vão querer comprar algo a mais ou da “moda”, que são mais caros”. Em relação à forma de pagamento, ela diz que a melhor é à vista. “Lembrando que, se há pagamento à vista com desconto, no crédito, em uma só parcela, também deve ter”.

Preços

Todo ano, os preços dos materiais escolares se reajustam. Porém, a diferença é que sobre 2016 pesa a alta do dólar, que subiu 49% ante o real em 2015. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE), mochilas, estojos e lancheiras irão subir, além do papel, que é um dos principais insumos cotado em dólar. A alta apontada pela entidade é de até 35%.

Conforme pesquisa do O POVO em cinco livrarias, o item que realmente pesa no orçamento é livro. Em listas de itens de séries do Infantil dos principais colégios de Fortaleza, em que livros não são exigidos, os orçamentos iam de R$ 71,63 a R$ 211,10, a depender das escolhas dos pais. Já quando livros entram na lista, o orçamento sobe para mais de R$ 1 mil.

06 de JAN de 2016 às 08:56:26
Fonte: O Povo