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Crise e cobrança: PT quer explicações de três ministros

O PT enfrenta dificuldades externas com a sucessão de denúncias de corrupção na Petrobras

O PT enfrenta dificuldades externas com a sucessão de denúncias de corrupção na Petrobras e, internamente, o desencontro e as divergências geram mais desafios para o partido reunificar o discurso e reconquistar a credibilidade. A situação não está fácil e a direção nacional do PT decidiu convidar três ministros da presidente Dilma Rousseff para dar explicações e falar à executiva da sigla sobre temas ligados a suas pastas.

A crise interna se espalha e o PT tratar as divergências como marcas normais de um partido que nasceu com a construção do diálogo, da conversa e das articulações política. As cobranças para os ministros darem explicações partiram, no último dia 25, do presidente da sigla, Rui Falcão.

Serão chamados os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Miguel Rossetto (secretário-Geral da Presidência) e Nelson Barbosa (Planejamento). O convite a Cardozo foi relatado nesse domingo (28/06) pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Os demais nomes foram relevados à Folha por dirigentes da legenda.

Os ministros chamados pela direção do PT são próximos à presidente Dilma Rousseff e têm sofrido críticas. O convite seria mais uma forma de o partido externar descontentamento e pressionar por mudança. Cardozo é criticado pela ala majoritária da legenda, vinculada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A situação se agravou desde o ano passado, com o avanço das investigações da Operação Lava Jato.

A Polícia Federal é vinculada ao Ministério da Justiça, mas tem autonomia. Os petistas acusam Cardozo de não cobrar isonomia na atuação dos investigadores. Dizem que eles atuam politicamente, voltando suas miras ao PT e ignorando suspeitas que pairam sobre governos de outras siglas, como o PSDB.

Nelson Barbosa, um dos formuladores da política econômica adotada por Dilma, também deverá ser pressionado a explicar o ajuste fiscal implementado no início deste ano. Rosseto assumiu uma área que, durante as gestões de Lula, era reconhecida pela articulação com os movimentos sociais. Dirigentes do partido avaliam que houve um descolamento do governo de sua base social. Com informações do 

29 de JUN de 2015 às 08:35:05
Fonte: CEARÁ AGORA
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O PT enfrenta dificuldades externas com a sucessão de denúncias de corrupção na Petrobras e, internamente, o desencontro e as divergências geram mais desafios para o partido reunificar o discurso e reconquistar a credibilidade. A situação não está fácil e a direção nacional do PT decidiu convidar três ministros da presidente Dilma Rousseff para dar explicações e falar à executiva da sigla sobre temas ligados a suas pastas.

A crise interna se espalha e o PT tratar as divergências como marcas normais de um partido que nasceu com a construção do diálogo, da conversa e das articulações política. As cobranças para os ministros darem explicações partiram, no último dia 25, do presidente da sigla, Rui Falcão.

Serão chamados os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Miguel Rossetto (secretário-Geral da Presidência) e Nelson Barbosa (Planejamento). O convite a Cardozo foi relatado nesse domingo (28/06) pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Os demais nomes foram relevados à Folha por dirigentes da legenda.

Os ministros chamados pela direção do PT são próximos à presidente Dilma Rousseff e têm sofrido críticas. O convite seria mais uma forma de o partido externar descontentamento e pressionar por mudança. Cardozo é criticado pela ala majoritária da legenda, vinculada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A situação se agravou desde o ano passado, com o avanço das investigações da Operação Lava Jato.

A Polícia Federal é vinculada ao Ministério da Justiça, mas tem autonomia. Os petistas acusam Cardozo de não cobrar isonomia na atuação dos investigadores. Dizem que eles atuam politicamente, voltando suas miras ao PT e ignorando suspeitas que pairam sobre governos de outras siglas, como o PSDB.

Nelson Barbosa, um dos formuladores da política econômica adotada por Dilma, também deverá ser pressionado a explicar o ajuste fiscal implementado no início deste ano. Rosseto assumiu uma área que, durante as gestões de Lula, era reconhecida pela articulação com os movimentos sociais. Dirigentes do partido avaliam que houve um descolamento do governo de sua base social. Com informações do 

29 de JUN de 2015 às 08:35:05
Fonte: CEARÁ AGORA