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Cenipa presta novas informações sobre acidente envolvendo Eduardo Campos

Hipóteses de incêndio no motor e de colisão com Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) foram descartadas pelas investigações.

Em coletiva de imprensa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) repassou novas informações sobre as investigações do acidente com a aeronave PR-AFA, que vitimou sete pessoas, entre elas o ex-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. As hipóteses de incêndio no motor e de colisão com Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) foram descartadas.

As investigações do Cenipa confirmaram que o piloto optou por um trajeto de voo diferente do previsto. Ainda atestaram que as informações transmitidas ao Centro de Operação de Santos não corresponderam ao posicionamento da aeronave. O procedimento comum é seguir a rota prevista.

A aeronave em que estava Campos caiu por volta das 10h do dia 13 de agosto de 2014. De acordo com o Comando da Aeronáutica, o Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá (SP).

Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A intenção inicial do piloto era descer em Santos para então prosseguir para São Paulo.

O tempo de voo até Santos estava previsto em 40 minutos, com autonomia de transporte de 3 horas. Houve alto grau de destruição interna dos motores, evidência do forte impacto. "Os motores funcionavam perfeitamento no momento da colisão", segundo Tenente-Coronel Raul de Souza. O Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, estava com uma inclinação de 38º em relação ao terreno e alta velocidade no momento da colisão: de aproximadamente 600 km/h.

O processo de investigação do PR-AFA encontra-se em fase de coleta de dados concluída. O Cenipa ressaltou que o andamento da investigação é insuficiente, neste momento, para apontar fatores que tenham contribuído para o acidente.

A análise das informações servirá para gerar um relatório final com recomendações de segurança para evitar que acidentes semelhantes ocorram.

Habilitação
A legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operação da aeronave Cessna 560XL foi atualizada pela agência em 31 de outubro.

A habilitação dos pilotos era compatível com a versão anterior, datada do mês de julho. Em novembro, foi feita uma recomendação à Anac para assegurar que o treinamento de piloto e co-piloto era compatível com os equipamentos da aeronave e com as condições meteorológicas adversas.

Haverá uma investigação para identificar se o treinamento conforme a legislação antiga é adequado para operar a aeronave.

27 de JAN de 2015 às 07:07:57
Fonte: CEARÁ NEWS
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Em coletiva de imprensa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) repassou novas informações sobre as investigações do acidente com a aeronave PR-AFA, que vitimou sete pessoas, entre elas o ex-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. As hipóteses de incêndio no motor e de colisão com Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) foram descartadas.

As investigações do Cenipa confirmaram que o piloto optou por um trajeto de voo diferente do previsto. Ainda atestaram que as informações transmitidas ao Centro de Operação de Santos não corresponderam ao posicionamento da aeronave. O procedimento comum é seguir a rota prevista.

A aeronave em que estava Campos caiu por volta das 10h do dia 13 de agosto de 2014. De acordo com o Comando da Aeronáutica, o Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá (SP).

Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A intenção inicial do piloto era descer em Santos para então prosseguir para São Paulo.

O tempo de voo até Santos estava previsto em 40 minutos, com autonomia de transporte de 3 horas. Houve alto grau de destruição interna dos motores, evidência do forte impacto. "Os motores funcionavam perfeitamento no momento da colisão", segundo Tenente-Coronel Raul de Souza. O Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, estava com uma inclinação de 38º em relação ao terreno e alta velocidade no momento da colisão: de aproximadamente 600 km/h.

O processo de investigação do PR-AFA encontra-se em fase de coleta de dados concluída. O Cenipa ressaltou que o andamento da investigação é insuficiente, neste momento, para apontar fatores que tenham contribuído para o acidente.

A análise das informações servirá para gerar um relatório final com recomendações de segurança para evitar que acidentes semelhantes ocorram.

Habilitação
A legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operação da aeronave Cessna 560XL foi atualizada pela agência em 31 de outubro.

A habilitação dos pilotos era compatível com a versão anterior, datada do mês de julho. Em novembro, foi feita uma recomendação à Anac para assegurar que o treinamento de piloto e co-piloto era compatível com os equipamentos da aeronave e com as condições meteorológicas adversas.

Haverá uma investigação para identificar se o treinamento conforme a legislação antiga é adequado para operar a aeronave.

27 de JAN de 2015 às 07:07:57
Fonte: CEARÁ NEWS