de um dos camarotes da Arena Castelão no jogo entre Fortaleza e
Sport (FOTO: Daniel Herculano)
Em tempos de economia de água, cultivar plantas é
quase um luxo do qual muitos abriram mão diante das constantes reduções dos
níveis dos reservatórios e da falta de chuva que atingiram principalmente o
Sudeste do país.
Se tamanho não for um problema, cultivar terrários pode ser uma alternativa para quem não abre mão de ter um “verdinho” em casa. Sem precisar de água abundante para sobreviver – alguns necessitam de algumas gotas por mês – esses minijardins ainda ocupam pouco espaço.
Há opções de terrários abertos e fechados, que
funcionam como uma espécie de microecossistema e sobrevivem praticamente
sozinhos. Ambos são criados dentro de um recipiente – normalmente de vidro –,
com camadas de terras e areia.
A "pequena empresa" Jardim no Pote foi
criada antes do agravamento da crise hídrica, por uma arquiteta e uma
naturopata, mas hoje chama atenção dos consumidores também pelo apelo
sustentável dos produtos. Os valores variam de acordo com o tamanho, com as
plantas – musgos e bromélias – e com os cenários criados em cada um deles, caso
o cliente queira um. Os preços dos minijardins partem de R$ 35, mas podem
chegar a R$ 250.