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Sensibilizado após morte do pai, homem doa sangue 4 vezes ao ano

E foi a vontade de ajudar ao próximo que fez Tadeu se tornar um multiplicador da causa

Atitude serviu de exemplo para o filho, que tem 22 anos, e faz doações de sangue desde os 18

Quantas vezes você já dedicou alguns minutos do dia para ajudar alguém desconhecido? Por meio da doação de sangue, o vendedor Tadeu de Oliveira, de 55 anos, encontrou uma forma de ajudar outras pessoas.

A decisão partiu após a necessidade de bolsas de sangue para o pai, que estava com câncer. “Às vezes é na dor que a gente se dá conta que pode fazer mais pelo próximo, meu pai precisou receber oito bolsas de sangue, a partir de então eu enxerguei a importância da doação e passei a fazer do gesto um hábito”, lembra.

Em oito anos, Tadeu garante já ter doado cerca de 30 vezes; sendo 18 ao Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemoce), no Ceará. “Doar sangue tornou-se uma obrigação minha, uma necessidade. Tenho um calendário de doação e doo quatro vezes ao ano”. O vendedor tem tipo sanguíneo considerado raro: B negativo. De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 10% da população brasileira possuem RH negativo.

É possível ajudar de três até quatro pessoas com apenas uma bolsa de sangue. No Ceará, o Hemoce recebe por dia cerca de 350 pessoas nas unidades de Fortaleza e no interior, que procuram os postos de coleta para doar sangue e exercer a solidariedade.

“O Hemoce é, para mim, como uma casa, onde sou sempre bem acolhido, bem atendido, os funcionários me conhecem e já fiz até amizades. Eu entro no Hemoce disposto a ajudar quem nem conheço e saio com a sensação de dever cumprido, porque não tem nada mais gratificante do que fazer o bem”, conta.

E foi a vontade de ajudar ao próximo que fez Tadeu se tornar um multiplicador da causa. Além de cumprir um calendário fiel de doações no ano, o voluntário incentiva colegas de trabalho, amigos e parentes. “Eu faço minha parte, sempre que estou em um evento, na igreja, com meus filhos, converso sobre a importância de doar, explico que é um processo simples e que ajuda a muita gente”.

A atitude do voluntário serviu de exemplo para o filho que tem 22 anos e faz doações de sangue desde os 18 anos. “Meu filho se interessou por conta própria, pela consciência, mas acredito que tendo o exemplo dentro de casa, fica mais fácil despertar a vontade. Para mim é motivo de muito orgulho e felicidade e vamos continuar fazendo o bem sem olhar a quem”.

Para ser um doador de sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar saudável, bem alimentado, pesar mais de 50 kg e apresentar um documento oficial com foto. “Eu fico com a alma lavada, ciente do dever cumprido. As pessoas precisam ter consciência de que somos seres-humanos e precisamos um do outro”.

Todos os dias, o Hemoce oferece o serviço de coleta externa, levando a unidade móvel (ônibus equipado para coleta de sangue) para diferentes pontos das cidades. Em parceria com empresas, órgãos públicos, igrejas, praças, faculdade e outras organizações, no serviço de coleta externa, uma equipe formada por médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem vai até o local agendado para que sejam realizadas as doações de sangue.

 

02 de JUN de 2016 às 10:32:47
Fonte: Tribuna do Ceará
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Atitude serviu de exemplo para o filho, que tem 22 anos, e faz doações de sangue desde os 18

Quantas vezes você já dedicou alguns minutos do dia para ajudar alguém desconhecido? Por meio da doação de sangue, o vendedor Tadeu de Oliveira, de 55 anos, encontrou uma forma de ajudar outras pessoas.

A decisão partiu após a necessidade de bolsas de sangue para o pai, que estava com câncer. “Às vezes é na dor que a gente se dá conta que pode fazer mais pelo próximo, meu pai precisou receber oito bolsas de sangue, a partir de então eu enxerguei a importância da doação e passei a fazer do gesto um hábito”, lembra.

Em oito anos, Tadeu garante já ter doado cerca de 30 vezes; sendo 18 ao Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemoce), no Ceará. “Doar sangue tornou-se uma obrigação minha, uma necessidade. Tenho um calendário de doação e doo quatro vezes ao ano”. O vendedor tem tipo sanguíneo considerado raro: B negativo. De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 10% da população brasileira possuem RH negativo.

É possível ajudar de três até quatro pessoas com apenas uma bolsa de sangue. No Ceará, o Hemoce recebe por dia cerca de 350 pessoas nas unidades de Fortaleza e no interior, que procuram os postos de coleta para doar sangue e exercer a solidariedade.

“O Hemoce é, para mim, como uma casa, onde sou sempre bem acolhido, bem atendido, os funcionários me conhecem e já fiz até amizades. Eu entro no Hemoce disposto a ajudar quem nem conheço e saio com a sensação de dever cumprido, porque não tem nada mais gratificante do que fazer o bem”, conta.

E foi a vontade de ajudar ao próximo que fez Tadeu se tornar um multiplicador da causa. Além de cumprir um calendário fiel de doações no ano, o voluntário incentiva colegas de trabalho, amigos e parentes. “Eu faço minha parte, sempre que estou em um evento, na igreja, com meus filhos, converso sobre a importância de doar, explico que é um processo simples e que ajuda a muita gente”.

A atitude do voluntário serviu de exemplo para o filho que tem 22 anos e faz doações de sangue desde os 18 anos. “Meu filho se interessou por conta própria, pela consciência, mas acredito que tendo o exemplo dentro de casa, fica mais fácil despertar a vontade. Para mim é motivo de muito orgulho e felicidade e vamos continuar fazendo o bem sem olhar a quem”.

Para ser um doador de sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar saudável, bem alimentado, pesar mais de 50 kg e apresentar um documento oficial com foto. “Eu fico com a alma lavada, ciente do dever cumprido. As pessoas precisam ter consciência de que somos seres-humanos e precisamos um do outro”.

Todos os dias, o Hemoce oferece o serviço de coleta externa, levando a unidade móvel (ônibus equipado para coleta de sangue) para diferentes pontos das cidades. Em parceria com empresas, órgãos públicos, igrejas, praças, faculdade e outras organizações, no serviço de coleta externa, uma equipe formada por médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem vai até o local agendado para que sejam realizadas as doações de sangue.

 

02 de JUN de 2016 às 10:32:47
Fonte: Tribuna do Ceará