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Quedas somam 19% dos atendimentos no IJF

De janeiro a julho deste ano, foram feitos 6.914 atendimentos relacionados a esse tipo de acidente

Um dos tipos de acidentes mais atendidos no Instituto Doutor José Frota (IJF), por incrível que pareça, é de queda da própria altura. Os casos na unidade hospitalar são registrados com jovens, adultos e idosos. Geralmente, os ocorridos são ligados a tropeços na rua, escadarias, brincadeiras em escola ou mesmo durante o banho.

De janeiro a julho deste ano, foram feitos 6.914 atendimentos relacionados a quedas. Os acidentes desse tipo representam até 19% do total, de acordo com os dados apresentados pelo diretor médico da unidade, Osmar Aguiar. Em 2015, no segundo semestre, o número alcançou o número de 7.491 ocorrências, o que aponta uma redução.

Em um cálculo rápido é possível identificar que foram feitos, em 2016, 1.050 atendimentos por mês no primeiro semestre, correspondente a 38 ocorrências por dia. Já no segundo semestre de 2015, o número foi de 41 demandas. Comparando os dois períodos é identificada, apesar de pequena, uma redução de quedas. Conforme, Osmar Aguiar, os maiores índices de acidentes na 3ª idade são de fraturas de extremidades: braços, pernas, colo do fêmur, além de traumatismo craniano. "Recebemos diariamente crianças e idosos com traumas de quedas. Os jovens sofrem mais com as atividades de trabalho ou mesmo lazer. Os idosos preocupam, pois muito deles já sofrem com hipertensão ou diabetes", declarou.

Pacientes

O IJF recebe casos de acidente de trauma, do Interior e da Capital, todos os dias. Ao todo, 70% dos socorros são realizados aos pacientes de Fortaleza e Região Metropolitana, enquanto 30% são oriundos do Interior. O quadro é diferente quando se fala em internação. Os atendidos de regiões como Quixeramobim, Quixadá, Horizonte e demais municípios representam 51% dos internados.

Conforme estimativa do Ministério da Saúde, há uma queda para cada três indivíduos com mais de 65 anos; um, de vinte daqueles que tiveram uma queda, sofrem uma fratura ou necessitem de internação. Dentre os mais idosos, com 80 anos e mais, 40% caem a cada ano. Dos que moram em asilos e casas de repouso, a frequência de quedas chega a um total de 50%.

A dona de casa Ana Maria, moradora do município de Maracanaú, Região Metropolitana, levou a mãe para ser atendida no IJF por orientação da própria unidade de saúde do bairro onde reside, no Conjunto Industrial. A idosa Teresinha de Jesus, 78, quebrou o osso do punho ao cair durante uma caminhada que fazia para ir à Igreja. "A gente fala e briga, mas ela que andar só para não se sentir inválida". A filha informou que tem custos com deslocamento ao hospital, bem como alguns medicamentos anti-inflamatórios para aliviar as dores da mãe.

Dicas para idosos

Para evitar quedas

1. Elimine de sua casa tudo aquilo que possa provocar escorregões e instale suportes, corrimão e outros acessórios de segurança;

2. Evite sapatos altos e com sola lisa;

3. Evite sapatos altos e com sola lisa;

4. Nunca ande só de meias;

5. Elimine de sua casa tudo aquilo que possa provocar escorregões e instale suportes, corrimão e outros acessórios de segurança;

6. Deixe sempre o caminho livre de obstáculos;

7. Reorganize a distribuição dos móveis;

8. Fadiga muscular e confusão mental aumentam o risco de quedas;

9. Estatísticas norte-americanas indicam que 60% das quedas em idosos acontecem dentro de casa.

Fonte: Ministério da Saúde

 

30 de AGO de 2016 às 07:22:15
Fonte: Diário do Nordeste
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Um dos tipos de acidentes mais atendidos no Instituto Doutor José Frota (IJF), por incrível que pareça, é de queda da própria altura. Os casos na unidade hospitalar são registrados com jovens, adultos e idosos. Geralmente, os ocorridos são ligados a tropeços na rua, escadarias, brincadeiras em escola ou mesmo durante o banho.

De janeiro a julho deste ano, foram feitos 6.914 atendimentos relacionados a quedas. Os acidentes desse tipo representam até 19% do total, de acordo com os dados apresentados pelo diretor médico da unidade, Osmar Aguiar. Em 2015, no segundo semestre, o número alcançou o número de 7.491 ocorrências, o que aponta uma redução.

Em um cálculo rápido é possível identificar que foram feitos, em 2016, 1.050 atendimentos por mês no primeiro semestre, correspondente a 38 ocorrências por dia. Já no segundo semestre de 2015, o número foi de 41 demandas. Comparando os dois períodos é identificada, apesar de pequena, uma redução de quedas. Conforme, Osmar Aguiar, os maiores índices de acidentes na 3ª idade são de fraturas de extremidades: braços, pernas, colo do fêmur, além de traumatismo craniano. "Recebemos diariamente crianças e idosos com traumas de quedas. Os jovens sofrem mais com as atividades de trabalho ou mesmo lazer. Os idosos preocupam, pois muito deles já sofrem com hipertensão ou diabetes", declarou.

Pacientes

O IJF recebe casos de acidente de trauma, do Interior e da Capital, todos os dias. Ao todo, 70% dos socorros são realizados aos pacientes de Fortaleza e Região Metropolitana, enquanto 30% são oriundos do Interior. O quadro é diferente quando se fala em internação. Os atendidos de regiões como Quixeramobim, Quixadá, Horizonte e demais municípios representam 51% dos internados.

Conforme estimativa do Ministério da Saúde, há uma queda para cada três indivíduos com mais de 65 anos; um, de vinte daqueles que tiveram uma queda, sofrem uma fratura ou necessitem de internação. Dentre os mais idosos, com 80 anos e mais, 40% caem a cada ano. Dos que moram em asilos e casas de repouso, a frequência de quedas chega a um total de 50%.

A dona de casa Ana Maria, moradora do município de Maracanaú, Região Metropolitana, levou a mãe para ser atendida no IJF por orientação da própria unidade de saúde do bairro onde reside, no Conjunto Industrial. A idosa Teresinha de Jesus, 78, quebrou o osso do punho ao cair durante uma caminhada que fazia para ir à Igreja. "A gente fala e briga, mas ela que andar só para não se sentir inválida". A filha informou que tem custos com deslocamento ao hospital, bem como alguns medicamentos anti-inflamatórios para aliviar as dores da mãe.

Dicas para idosos

Para evitar quedas

1. Elimine de sua casa tudo aquilo que possa provocar escorregões e instale suportes, corrimão e outros acessórios de segurança;

2. Evite sapatos altos e com sola lisa;

3. Evite sapatos altos e com sola lisa;

4. Nunca ande só de meias;

5. Elimine de sua casa tudo aquilo que possa provocar escorregões e instale suportes, corrimão e outros acessórios de segurança;

6. Deixe sempre o caminho livre de obstáculos;

7. Reorganize a distribuição dos móveis;

8. Fadiga muscular e confusão mental aumentam o risco de quedas;

9. Estatísticas norte-americanas indicam que 60% das quedas em idosos acontecem dentro de casa.

Fonte: Ministério da Saúde

 

30 de AGO de 2016 às 07:22:15
Fonte: Diário do Nordeste