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Ministério da Educação poderá ter o maior corte no ajuste fiscal do governo Dilma

Pasta comandada por Cid Gomes deve perder R$ 14,52 bilhões no ano.

O Ministério da Educação, pasta prioritária no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, e comandada pelo cearense Cid Gomes, será afetado pelo ajuste fiscal proposto pelo governo com uma redução de R$ 14,52 bilhões ano ano. 

Dos R$ 46,74 bilhões apontados como despesas discricionárias da Educação ( aquelas passíveis de corte, como custeio e investimentos), poderão ser cortados até R$ 14,52 bilhões.

Os cálculos, feitos por técnicos da Consultoria de Orçamento da Câmara, levam em conta a limitação de gastos de cada ministério até abril prevista em decreto presidencial de quinta-feira. A despesa anual foi projetada considerando que o limite de gastos seja estendido.

Segundo os técnicos em Orçamento, o corte de 14,52 bilhões na verba do MEC leva em conta as despesas de custeio e investimentos diretos (R$ 39,74 bilhões), aplicados em programas e ações da pasta, e ainda verbas de obras do PAC, como construção de escolas (R$ 7 bilhões). 

O valor é maior que o corte de R$ 5,6 bilhões, estimado preliminarmente, e que não levava em conta despesas de custeio e o PAC.

28 de FEV de 2015 às 08:38:02
Fonte: CEARÁ NEWS 7
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O Ministério da Educação, pasta prioritária no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, e comandada pelo cearense Cid Gomes, será afetado pelo ajuste fiscal proposto pelo governo com uma redução de R$ 14,52 bilhões ano ano. 

Dos R$ 46,74 bilhões apontados como despesas discricionárias da Educação ( aquelas passíveis de corte, como custeio e investimentos), poderão ser cortados até R$ 14,52 bilhões.

Os cálculos, feitos por técnicos da Consultoria de Orçamento da Câmara, levam em conta a limitação de gastos de cada ministério até abril prevista em decreto presidencial de quinta-feira. A despesa anual foi projetada considerando que o limite de gastos seja estendido.

Segundo os técnicos em Orçamento, o corte de 14,52 bilhões na verba do MEC leva em conta as despesas de custeio e investimentos diretos (R$ 39,74 bilhões), aplicados em programas e ações da pasta, e ainda verbas de obras do PAC, como construção de escolas (R$ 7 bilhões). 

O valor é maior que o corte de R$ 5,6 bilhões, estimado preliminarmente, e que não levava em conta despesas de custeio e o PAC.

28 de FEV de 2015 às 08:38:02
Fonte: CEARÁ NEWS 7