A Polícia Civil prendeu na segunda-feira (26) um
funcionário da empresa Tam Linhas Aéreas e outros dois homens por suspeita de
tráfico de drogas sintéticas, em Fortaleza. As
prisões ocorreram quando os suspeitos iriam realizar duas entregas de
entorpecentes no Aeroporto Internacional Pinto Martins e em uma praça pública
no Bairro Dionísio Torres.
Por meio de nota, a Tam informou ao G1 que "está colaborando com as autoridades nas
investigações, colocando à disposição todas as informações que permitam
esclarecer o caso".
Com os três foram apreendidos 33 micropontos de LSD e 84 comprimidos de ecstasy. De acordo com a Polícia Civil, inicialmente foram presos dois homens de 30 anos. A polícia recebeu informações que eles iriam realizar uma entrega de ecstasy na praça, que fica próximo a um hospital, no Bairro Dionísio Torres.
Na continuidade das investigações, foram
encontrados 30 comprimidos de ecstasy com os suspeitos. Em um veículo que
pertencia a um dos homens, os policiais apreenderam mais 50 comprimidos de
ecstasy.
Policiais da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas
(DCTD) continuaram as investigações e chegaram até o homem de 20 anos que
trabalhava como aprendiz da Tam.
No terminal de cargas do Aeroporto de Fortaleza,
onde o suspeito estava, os policiais civis localizaram o 33 micropontos de LSD.
Ainda foram apreendidos três celulares, dois carros e R$ 1,2 mil.
Após as prisões, os suspeitos foram conduzidos à
sede da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas, onde foram autuados por
tráfico e associação para o tráfico de drogas.
Segundo caso na companhia aérea
Em 9 de abril, um piloto da mesma companhia
aérea foi preso por tráfico de anabolizantes. O suspeito, de 34
anos, e a namorada dele, de 30 anos, foram presos em Fortaleza suspeitos de
participar de um esquema de tráfico internacional de anabolizantes.
De acordo a Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas
(DCTD) da Polícia Civil, o piloto chegou em Fortaleza na última sexta-feira (8).
Ele não estava fardado. O piloto assumiu o crime e confessou para a polícia que
trazia os anabolizantes de países da Europa, do México e do Paraguai.