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Preço médio do almoço no Nordeste é de R$ 29. Aumento em 2016 foi de 8%

Um trabalhador que ganha salário mínimo gastaria com alimentação fora de casa cerca de 73% de sua renda

Com o atual cenário econômico do país, comer fora de casa tem ficado cada vez mais caro. De acordo com uma pesquisa elaborada pelo Datafolha em 10 cidades do Nordeste, uma refeição completa, com prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e café ao fim da refeição pode custar em média R$ 29.

O levantamento revelou também que esse valor está cerca de 8% maior em relação ao ano passado, e abaixo da média nacional, que é de R$ 30,48.

Segundo o economista Ricardo Coimbra, em entrevista à Rádio Tribuna BandNews FM, para quem sente o peso no bolso de realizar pelo menos uma refeição fora de casa, há alternativas para tentar reduzir os gastos.

“É possível adotar diversas alternativas para economizar. Próximo ao seu ambiente de trabalho é procurar as alternativas de preço. A ideia é não ficar acomodado somente a um restaurante e buscar as alternativas a quilo”, disse o especialista. 

Outra opção bastante considerada pelo economista é a tradicional marmita. Segundo ele, levar a refeição já preparada de casa pode sim ser uma boa medida para reduzir gastos mensais. “Muitas empresas hoje estão se adaptando para que o trabalhador possa esquentar sua refeição na hora do almoço. Então, você pode combinar: em alguns dias você come fora de casa e em outros você leva seu próprio alimento”, destaca.

Ainda conforme a análise do Datafolha em relação à região Nordeste, um trabalhador que ganha um salário mínimo por mês gastaria com alimentação fora de casa cerca de 73% de sua renda, considerando 22 dias ao mês de segunda a sexta-feira. Ao todo, 633 preços foram coletados diversos estabelecimentos.

20 de ABR de 2016 às 11:20:07
Fonte: Tribuna do Ceará
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Com o atual cenário econômico do país, comer fora de casa tem ficado cada vez mais caro. De acordo com uma pesquisa elaborada pelo Datafolha em 10 cidades do Nordeste, uma refeição completa, com prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e café ao fim da refeição pode custar em média R$ 29.

O levantamento revelou também que esse valor está cerca de 8% maior em relação ao ano passado, e abaixo da média nacional, que é de R$ 30,48.

Segundo o economista Ricardo Coimbra, em entrevista à Rádio Tribuna BandNews FM, para quem sente o peso no bolso de realizar pelo menos uma refeição fora de casa, há alternativas para tentar reduzir os gastos.

“É possível adotar diversas alternativas para economizar. Próximo ao seu ambiente de trabalho é procurar as alternativas de preço. A ideia é não ficar acomodado somente a um restaurante e buscar as alternativas a quilo”, disse o especialista. 

Outra opção bastante considerada pelo economista é a tradicional marmita. Segundo ele, levar a refeição já preparada de casa pode sim ser uma boa medida para reduzir gastos mensais. “Muitas empresas hoje estão se adaptando para que o trabalhador possa esquentar sua refeição na hora do almoço. Então, você pode combinar: em alguns dias você come fora de casa e em outros você leva seu próprio alimento”, destaca.

Ainda conforme a análise do Datafolha em relação à região Nordeste, um trabalhador que ganha um salário mínimo por mês gastaria com alimentação fora de casa cerca de 73% de sua renda, considerando 22 dias ao mês de segunda a sexta-feira. Ao todo, 633 preços foram coletados diversos estabelecimentos.

20 de ABR de 2016 às 11:20:07
Fonte: Tribuna do Ceará