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Brasil entra em campo para fazer valer o crescimento do seu futebol

Seleção Brasileira entra em campo hoje para fazer valer o crescimento do seu futebol e do seu desempenho contra o México e conquistar a esperada vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2018

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O tango já se foi. O fado já se foi. O flamenco já se foi. Resta o samba, cheio de ginga, cheio de graça, cheio de bossa. O samba com malemolência, à moda Neymar e Philippe Coutinho. "Samba que mexe com a gente, samba que zomba da gente" como no dizer de Ary Barroso. Messi para casa mais cedo. Cristiano Ronaldo para casa mais cedo. Iniesta para casa mais cedo. Lamentei. Sem eles, a Copa ficou com a arte reduzida.

> É passar sem susto, Brasil

Os "imortais" Messi, Cristiano e Iniesta tiveram seus momentos de mortalidade. E exteriorizaram nos tristes semblantes a imagem das frustrações. Copa do Mundo é assim: lágrimas e sorrisos. Hoje, o Brasil tem amplas condições de ganhar do México. E sorrir. E seguir. Nada de voltar para casa mais cedo. Mas cuidado com o México. Seus contra-ataques são perigosos. A velocidade de Lozano impressiona. A qualidade de Carlos Vela, o oportunismo de Javier Hernandez (Chicharito), a experiência de Moreno e Guardado.

O goleiraço Ochoa, que fechou o gol no empate com a Seleção Brasileira aqui mesmo no Castelão em 2014. Foi esse time mexicano que começou o desmonte da poderosa Alemanha logo na estreia da fase de grupos: ganhou (1 x 0) com gol de Lozano. Então, alerta feito, é colocar o otimismo na medida certa. Um otimismo para afugentar os abutres agourentos. Mas um otimismo que não perca contato com a realidade. O México joga fechado e explora contra-ataques. É esse seu modelo preferido e apropriado para enfrentar times teoricamente mais fortes.

Quero crer que diante do Brasil será assim. O Brasil é superior tecnicamente. Também dotado de melhor habilidade e variado repertório. Tem defeitos, mas contornáveis. O lado direito, com William, ainda não encontrou os melhores caminhos. Atrás o Brasil comete apagões, embora passageiros, como os que houve diante da Suíça e da Sérvia. Tem planejamento bem definido e um técnico que faz corretas modificações. A mais recente, quando processou a entrada de Fernandinho no lugar de Paulinho, foi tão oportuna que devolveu ao time o controle do jogo. Assim, contando ainda com lances do talento privilegiado de Neymar, vai o Brasil em busca da passagem para a próxima fase. Numa Copa em que alguns poderosos receberam prematura viagem de volta, o Brasil quer vida diferente: lá ficar e ser campeão, ao ritmo do samba bem tocado, bem gingado, encantado, encantador.

02 de JUL de 2018 às 08:44:18
Fonte: Diário do Nordeste
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O tango já se foi. O fado já se foi. O flamenco já se foi. Resta o samba, cheio de ginga, cheio de graça, cheio de bossa. O samba com malemolência, à moda Neymar e Philippe Coutinho. "Samba que mexe com a gente, samba que zomba da gente" como no dizer de Ary Barroso. Messi para casa mais cedo. Cristiano Ronaldo para casa mais cedo. Iniesta para casa mais cedo. Lamentei. Sem eles, a Copa ficou com a arte reduzida.

> É passar sem susto, Brasil

Os "imortais" Messi, Cristiano e Iniesta tiveram seus momentos de mortalidade. E exteriorizaram nos tristes semblantes a imagem das frustrações. Copa do Mundo é assim: lágrimas e sorrisos. Hoje, o Brasil tem amplas condições de ganhar do México. E sorrir. E seguir. Nada de voltar para casa mais cedo. Mas cuidado com o México. Seus contra-ataques são perigosos. A velocidade de Lozano impressiona. A qualidade de Carlos Vela, o oportunismo de Javier Hernandez (Chicharito), a experiência de Moreno e Guardado.

O goleiraço Ochoa, que fechou o gol no empate com a Seleção Brasileira aqui mesmo no Castelão em 2014. Foi esse time mexicano que começou o desmonte da poderosa Alemanha logo na estreia da fase de grupos: ganhou (1 x 0) com gol de Lozano. Então, alerta feito, é colocar o otimismo na medida certa. Um otimismo para afugentar os abutres agourentos. Mas um otimismo que não perca contato com a realidade. O México joga fechado e explora contra-ataques. É esse seu modelo preferido e apropriado para enfrentar times teoricamente mais fortes.

Quero crer que diante do Brasil será assim. O Brasil é superior tecnicamente. Também dotado de melhor habilidade e variado repertório. Tem defeitos, mas contornáveis. O lado direito, com William, ainda não encontrou os melhores caminhos. Atrás o Brasil comete apagões, embora passageiros, como os que houve diante da Suíça e da Sérvia. Tem planejamento bem definido e um técnico que faz corretas modificações. A mais recente, quando processou a entrada de Fernandinho no lugar de Paulinho, foi tão oportuna que devolveu ao time o controle do jogo. Assim, contando ainda com lances do talento privilegiado de Neymar, vai o Brasil em busca da passagem para a próxima fase. Numa Copa em que alguns poderosos receberam prematura viagem de volta, o Brasil quer vida diferente: lá ficar e ser campeão, ao ritmo do samba bem tocado, bem gingado, encantado, encantador.

02 de JUL de 2018 às 08:44:18
Fonte: Diário do Nordeste