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Fortaleza fecha com mais um atacante e segue monitorando o mercado

Time cearense ainda pode acertar com mais dois nomes

Rogério Ceni é estrategista, daqueles que pensam a partida ao longo dos 90 minutos e até após. Assim nasceu o esquema 4-2-4, com a ausência de um camisa 10 no meio-campo do Fortaleza. Agora, a tônica é manter o sistema e, por isso, a corrida é grande para contratar atacantes de lado. Nesse processo, uma nova chegada, quase a última: Yuri César, de 19 anos, do Flamengo.

Natural de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, o jovem da base rubro-negra chega para completar o elenco ofensivo e ser mais uma opção em meio a Osvaldo, Romarinho, David e Madson. A característica é de imprimir velocidade pelos lados para criar situação de um contra um e drible no último terço do campo.

Ao todo, com a nova peça, o time alcança 30 atletas à disposição. Mais que o almejado no início do ano, mas o suficiente para o Leão ter um arsenal de reposição entre disputas simultâneas de Campeonato Cearense e Copa do Nordeste.

A necessidade de mercado é para estender a rotação de um conceito tático que requer pontas abertos para imprimir uma forte transição. Se, no último ano, os centroavantes tinham papel de destaque, o novo Fortaleza diminuiu o uso do camisa 9 e das jogadas alçadas na grande área.

09 de MAR de 2020 às 10:17:31
Fonte: Diario do Nordeste
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Rogério Ceni é estrategista, daqueles que pensam a partida ao longo dos 90 minutos e até após. Assim nasceu o esquema 4-2-4, com a ausência de um camisa 10 no meio-campo do Fortaleza. Agora, a tônica é manter o sistema e, por isso, a corrida é grande para contratar atacantes de lado. Nesse processo, uma nova chegada, quase a última: Yuri César, de 19 anos, do Flamengo.

Natural de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, o jovem da base rubro-negra chega para completar o elenco ofensivo e ser mais uma opção em meio a Osvaldo, Romarinho, David e Madson. A característica é de imprimir velocidade pelos lados para criar situação de um contra um e drible no último terço do campo.

Ao todo, com a nova peça, o time alcança 30 atletas à disposição. Mais que o almejado no início do ano, mas o suficiente para o Leão ter um arsenal de reposição entre disputas simultâneas de Campeonato Cearense e Copa do Nordeste.

A necessidade de mercado é para estender a rotação de um conceito tático que requer pontas abertos para imprimir uma forte transição. Se, no último ano, os centroavantes tinham papel de destaque, o novo Fortaleza diminuiu o uso do camisa 9 e das jogadas alçadas na grande área.

09 de MAR de 2020 às 10:17:31
Fonte: Diario do Nordeste