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Lagoa do Campus do Pici da UFC amanhece com grande quantidade de peixes mortos

A situação acontece desde quarta-feira (6), mas nesta manhã ficou mais evidente.

A margem norte da lagoa do campus do Pici da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, amanheceu nesta sexta-feira (8) com grande quantidade de peixes mortos. Segundo trabalhadores que fazem a limpeza do local, a situação vem se repetindo desde a última quarta-feira (6), mas nesta manhã o número ficou mais evidente.

Desde cedo, antes da chegada dos estudantes ao campus, funcionários da universidade já realizavam o trabalho de limpeza da lagoa. Com a mortandade dos peixes, o mau cheiro dos animais em decomposição foi sentido de longe.

As causas ainda não foram apuradas. A vegetação crescida e os aguapés indicam a possibilidade de poluição da água.

Segundo a assessoria de comunicação da UFC, após as fortes chuvas que atingiram Fortaleza na semana passada, diversos materiais orgânicos e lixo entraram no riacho que abastece a lagoa. Com isso, possivelmente, aumentou a quantidade de microalgas e bactérias na água, fazendo com que os peixes ficassem sem oxigênio. A água da lagoa foi recolhida para análise laboratorial.

09 de ABR de 2016 às 11:55:44
Fonte: Tribuna do Ceará
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A margem norte da lagoa do campus do Pici da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, amanheceu nesta sexta-feira (8) com grande quantidade de peixes mortos. Segundo trabalhadores que fazem a limpeza do local, a situação vem se repetindo desde a última quarta-feira (6), mas nesta manhã o número ficou mais evidente.

Desde cedo, antes da chegada dos estudantes ao campus, funcionários da universidade já realizavam o trabalho de limpeza da lagoa. Com a mortandade dos peixes, o mau cheiro dos animais em decomposição foi sentido de longe.

As causas ainda não foram apuradas. A vegetação crescida e os aguapés indicam a possibilidade de poluição da água.

Segundo a assessoria de comunicação da UFC, após as fortes chuvas que atingiram Fortaleza na semana passada, diversos materiais orgânicos e lixo entraram no riacho que abastece a lagoa. Com isso, possivelmente, aumentou a quantidade de microalgas e bactérias na água, fazendo com que os peixes ficassem sem oxigênio. A água da lagoa foi recolhida para análise laboratorial.

09 de ABR de 2016 às 11:55:44
Fonte: Tribuna do Ceará